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Minas amplia diagnóstico da hanseníase com testes moleculares inéditos na rede pública

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Minas Gerais apresenta índices de detecção historicamente abaixo da média nacional. (Foto: Lucas Luckeroth / Funed)

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O Governo de Minas iniciou a oferta de testes moleculares para hanseníase na rede pública estadual. Os exames são realizados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) e reforçam o diagnóstico e o acompanhamento do tratamento da doença.

Como parte das ações do Janeiro Roxo, a nova estratégia amplia o apoio laboratorial ao diagnóstico clínico, especialmente no monitoramento de contatos de casos confirmados e na definição mais precisa da conduta terapêutica.

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Segundo o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, o diagnóstico precoce é fundamental para interromper a transmissão e evitar sequelas, destacando o papel central da Atenção Primária à Saúde nesse processo.

Os testes moleculares, aprovados pela Conitec e implantados pelo Ministério da Saúde, passam a ser realizados no Lacen-MG, reduzindo o tempo de resposta. A Funed tem capacidade para realizar cerca de 500 exames em 2026, com início a partir de mais de 280 testes já disponibilizados.

De acordo com a Funed, a incorporação dessa tecnologia fortalece o enfrentamento da hanseníase no estado, que ainda registra mais de mil casos por ano. Em 2024 foram notificados 1.294 casos, e em 2025, 1.080.

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A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) mantém como prioridade a vigilância permanente, a capacitação das equipes municipais, a busca ativa de casos e o acompanhamento de contatos, conforme o Plano Estadual de Enfrentamento da Hanseníase.

O diagnóstico da hanseníase é clínico, realizado nas unidades de saúde. O tratamento é gratuito, inicia-se imediatamente após o diagnóstico e interrompe a transmissão da doença. Especialistas reforçam que ampliar a informação é essencial para reduzir o estigma, favorecer o diagnóstico precoce e prevenir sequelas.

*Com informações de Agência Minas

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Ludmila Souza

Graduada em jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). É fotógrafa e amante de narrativas visuais.

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