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Mateus Simões: “Não temos a Cemig e a Copasa que o povo merece”

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Reprodução/98

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Nessa quinta-feira (14/11), o Governo de Minas protocolou dois projetos de lei na Assembleia Legislativa de Minas Gerais que visam dar andamento à privatização da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) e da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais).

Em entrevista ao jornalista Paulo Leite, no Central 98 1ª Edição, o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), lembrou que essa pauta sempre foi defendida pela gestão estadual.

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“Desde o primeiro mandato de Romeu Zema (Novo), a privatização da Copasa e da Cemig era uma pauta. Quem votou no governador por duas vezes não votou enganado. Eu sei que mesmo os mais ideológicos vão reconhecer que essa é a vontade do povo de Minas, se não fosse assim, o governador não tinha sido eleito duas vezes”, disse Simões.

Na visão do vice-governador, a qualidade do serviço público prestado pelas duas companhias não é satisfatória. “A gente não tem nem a Cemig nem a Copasa que o povo de Minas merece ter”, reforçou.

“Infelizmente as estatais não têm agilidade, elas não foram feitas para serem donas de serviços públicos que atendem milhões de pessoas todos os dias”, declarou.

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Mateus Simões reforçou que, caso os projetos sejam aprovados, as tarifas de água e luz permanecerão sendo definidas pela Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae) e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

“A regulação e o controle externo dessas atividades vai continuar ainda mais firme, porque no sistema privado a gente tem condição de exigir mais. Não vamos correr o risco que correram em São Paulo, com a privatização da Enel, que foi muito mal feita”, acrescentou.

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