PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Mulheres ainda são minoria nas ‘profissões do futuro’ em MG, aponta estudo da Fiemg

Siga no

O número alerta para a necessidade de políticas de capacitação e inclusão feminina no ramo da tecnologia e inovação. (Foto: Freepik)

Compartilhar matéria

Um levantamento da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) revela que as mulheres ainda são minoria nas chamadas “profissões do futuro” no estado. De acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (6/3), apenas 0,4% das mulheres ocupadas no mercado formal trabalham em áreas como inteligência artificial, Big Data e desenvolvimento de software, enquanto entre os homens esse índice chega a 1,5%.

O estudo chama atenção para a desigualdade de gênero em setores considerados estratégicos para o desenvolvimento econômico e tecnológico nos próximos anos. A análise foi divulgada as vésperas do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Segundo a coordenadora da Gerência de Economia da Fiemg, Juliana Gagliardi, é necessário ampliar iniciativas que incentivem a presença feminina nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

“É essencial que as políticas públicas e privadas para a qualificação da mão de obra no Brasil e em Minas Gerais incluam estratégias para aumentar a presença feminina nas áreas de tecnologia, ciência e inovação. Programas de capacitação em STEM e ações de requalificação profissional são fundamentais para reduzir essa desigualdade e preparar a próxima geração para os desafios do futuro”, afirmou.

O levantamento também aponta outro fator preocupante: as mulheres estão mais concentradas em ocupações com maior risco de automação e declínio. Em Minas Gerais, 16,6% das mulheres que atuam no setor formal trabalham em funções com alto risco de retração, como atendentes de serviços postais, caixas bancários e operadores de caixa. Entre os homens, esse percentual é de 5,6%.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De acordo com o estudo, muitas dessas atividades podem desaparecer ou reduzir significativamente até 2030, o que aumenta a vulnerabilidade feminina no mercado de trabalho.

A Fiemg apoia iniciativas que incentivam o acesso feminino a áreas técnicas e científicas, com programas de capacitação e projetos voltados à igualdade de oportunidades no mercado.

Compartilhar matéria

Siga no

Ludmila Souza

Graduada em jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). É fotógrafa e amante de narrativas visuais.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Mercado

Justiça determina nova interdição da Cachoeira do Tabuleiro por falta de medidas de segurança

Buscas por sachês de nicotina crescem mais de 420% em Minas Gerais no último ano

Idoso que recebeu conta de luz de R$ 37 mil será indenizado pela Cemig

Procon autua 15 postos de combustíveis e interdita três bicos de abastecimento durante fiscalização em MG

Justiça reverte justa causa aplicada a trabalhador que passou quatro minutos do limite da jornada

Prefeitura prorroga contrato de obra da Gasmig na Cristiano Machado para 2027

Últimas notícias

A tecnologia que já toma pequenas decisões todos os dias

Lula e Xi Jinping discutem ampliação da cooperação entre Brasil e China em telefonema

Compras em supermercados físicos de BH ainda pesam menos no bolso do que pela internet, aponta pesquisa

Temperaturas sobem em BH e máxima pode chegar a 31°C nos próximos dias

Atlético aproveita falhas de Carlos Miguel e derrota o Palmeiras no Brasileirão

Fagner lamenta lesão de Sinisterra e destaca esforço do colombiano para ganhar sequência

João Marcelo admite falhas do Cruzeiro e pede mais concentração após derrota para o Botafogo

Cruzeiro joga mal e perde para o Botafogo no Mineirão

Paulo Lamac critica ação do PT contra Wagner Ferreira: ‘É um ato lamentável’