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Procon autua 14 postos e monitora aumentos de até 50% nos preços dos combustíveis em Minas

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Larissa Reis

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Desde o início das ações, 185 estabelecimentos foram fiscalizados diretamente pelo órgão em todo o estado (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

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O Procon do Ministério Público de Minas Gerais (Procon-MPMG) divulgou, nesta quinta-feira (26/3), um balanço parcial da operação de fiscalização em postos de combustíveis diante das recentes oscilações no mercado. Desde o início das ações, 185 estabelecimentos foram fiscalizados diretamente pelo órgão em todo o estado.

Do total, 14 postos foram autuados, cerca de 8% das fiscalizações. As irregularidades foram registradas nas cidades de Astolfo Dutra, Barbacena, Cataguases, Contagem, Curvelo, Dona Euzébia, Espinosa, Felixlândia, Guaxupé, Mamonas, Presidente Juscelino, Santana de Cataguases e São José da Varginha.

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Segundo o Procon-MPMG, as principais infrações envolvem falta de transparência nos preços e na informação ao consumidor, problemas na qualidade dos combustíveis, irregularidades nos equipamentos de medição e inconsistências na origem dos produtos e na documentação.

Além das autuações, o órgão realizou 110 notificações presenciais para que os postos apresentem esclarecimentos e documentos. Esse número não inclui notificações feitas por outros meios, como correspondência.

Monitoramento eletrônico amplia alcance

Paralelamente às fiscalizações presenciais, o Procon-MPMG implementou uma estratégia de monitoramento eletrônico, que já mapeou cerca de 4.500 postos em Minas Gerais. A análise considera dados de compra e venda para identificar possíveis aumentos abusivos nas margens de lucro, especialmente no diesel.

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De acordo com o levantamento, 22 postos registraram aumentos próximos de 50%. Outros cerca de 250 tiveram reajustes entre 30% e 40%, enquanto 627 apresentaram elevações entre 20% e 30%. A média geral de aumento observada foi de 15,9%.

Os estabelecimentos com maiores variações são considerados prioritários para fiscalização. Relatórios já foram encaminhados às Promotorias de Justiça em todo o estado, que poderão notificar os postos com indícios de irregularidades.

Ainda segundo o órgão, fornecedores que não conseguirem justificar os reajustes com base nos custos poderão sofrer sanções administrativas.

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Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

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