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Mulher desaparecida há mais de 30 anos é encontrada viva nos EUA

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Larissa Reis

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Christina Marie Plante, hoje com 44 anos, teve a identidade confirmada nesta semana pelo Gabinete do Xerife do Condado de Gila, no Arizona (Divulgação)

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Uma mulher que desapareceu ainda na adolescência foi encontrada viva mais de 30 anos depois nos Estados Unidos, encerrando um caso que mobilizou autoridades e voluntários desde a década de 1990. Christina Marie Plante, hoje com 44 anos, teve a identidade confirmada nesta semana pelo Gabinete do Xerife do Condado de Gila, no Arizona.

Christina foi vista pela última vez aos 13 anos, em 15 de maio de 1994, após sair de casa em Star Valley rumo ao estábulo onde cuidava de seu cavalo. Na época, o sumiço foi tratado como suspeito e de alto risco, já que a jovem não deixou qualquer pista sobre seu paradeiro.

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As buscas iniciais envolveram policiais, equipes regionais e voluntários, mas não tiveram resultado. A divulgação do caso incluiu cartazes com a descrição da adolescente, que foram espalhados dentro e fora do estado. Mesmo assim, nenhuma informação concreta surgiu, e o desaparecimento acabou entrando para bancos de dados nacionais de pessoas desaparecidas, permanecendo sem solução por décadas.

O caso voltou a avançar recentemente após ser reaberto pela unidade especializada em investigações antigas do gabinete do xerife. Com o uso de novas tecnologias e métodos mais modernos, os investigadores conseguiram dar um passo decisivo. Um novo apelo público, com atualização da possível aparência de Christina ao longo dos anos, também ajudou a direcionar as buscas.

A partir dessas ações, as autoridades chegaram até a mulher e confirmaram sua identidade. Com isso, o caso foi oficialmente encerrado. Detalhes sobre onde ela estava ou o que ocorreu ao longo dos anos não foram divulgados, em respeito à privacidade da vítima.

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Em nota, o gabinete reforçou que continuará revisando outros casos antigos e pediu que a população siga colaborando com informações que possam ajudar a esclarecer desaparecimentos ainda em aberto.

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Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

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