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Vitamina D, própolis e zinco podem ajudar a fortalecer a imunidade no inverno

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Igor Teixeira

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(Foto: Play P)

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Com a chegada das temperaturas mais baixas e o aumento da circulação de vírus respiratórios, substâncias como vitamina D3, vitamina C, zinco e própolis têm sido utilizadas para fortalecer o sistema imunológico e reduzir o risco de infecções. A recomendação, no entanto, é que o uso seja feito com orientação de profissionais de saúde e de forma personalizada.

Segundo a farmacêutica Mary Anne Senna, coordenadora do Laboratório de Manipulação da Drogaria Araujo, a manipulação permite reunir diferentes ativos em uma única fórmula, ajustando doses e formas de administração conforme a necessidade de cada paciente.

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“Cada uma dessas substâncias age de um jeito diferente no organismo e, quando elas trabalham juntas, na dose certa para aquele paciente, o corpo responde de forma mais efetiva.”

Ativos atuam de formas diferentes no organismo

Entre os compostos mais utilizados para reforçar a imunidade estão a vitamina D3, responsável por regular a resposta imunológica, e a vitamina C, conhecida pela ação antioxidante e por estimular as células de defesa.

O zinco também participa da formação das células do sistema imunológico, enquanto o selênio auxilia na proteção contra danos causados pelos radicais livres.

Outras substâncias utilizadas são a equinácea, planta com ação imunomoduladora, o própolis, que possui propriedades antibacterianas, antivirais e antifúngicas, e a betaglucana, que estimula a resposta das células de defesa do organismo.

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Especialista recomenda orientação antes do uso

Apesar dos benefícios associados a esses ativos, Mary Anne Senna ressalta que o uso deve ser precedido de avaliação individual.

“É fundamental que o paciente converse com seu médico, nutricionista ou com os nossos farmacêuticos antes de iniciar o uso. Só assim é possível chegar a uma formulação segura e que realmente faça sentido para o momento daquele paciente.”

Segundo a especialista, a personalização das fórmulas permite adequar doses, combinar diferentes substâncias e escolher a forma farmacêutica mais adequada para cada pessoa, como cápsulas, gotas, sachês ou gomas.

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Igor Teixeira

Jornalista formado pelo Centro Universitário UNA, é repórter de cidades e política da 98FM. Tem passagens pela TV Alterosa e Itatiaia.

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