A pressa permanente nas organizações pode parecer sinônimo de eficiência, mas cobra um preço alto no médio prazo. Decisões sem contexto, orientações fragmentadas e retrabalho se tornam frequentes quando a comunicação é encurtada. O economista Herbert Simon já alertava que decisões sob pressão tendem a ser apenas satisfatórias, não necessariamente as melhores. Quando a urgência vira regra, o risco deixa de ser exceção e passa a fazer parte da estrutura.
