Estúdios e produtoras de Hollywood estão ampliando o interesse por personagens, histórias e formatos que conquistaram público nas plataformas digitais. O movimento abre novas oportunidades de negócio para criadores de conteúdo, mas também exige atenção à negociação dos direitos autorais e da propriedade intelectual. No Brasil, iniciativas como Galinha Pintadinha e Turma da Mônica mostram o potencial comercial de personagens e histórias que ultrapassam suas plataformas de origem. Para quem pretende transformar conteúdo em negócio, definir quem mantém os direitos sobre a criação pode ser tão importante quanto o valor recebido no primeiro contrato.
