A queda dos juros futuros no mercado brasileiro após o primeiro turno eleitoral sinaliza uma redução do prêmio de risco e pode favorecer a valorização das ações, especialmente de empresas mais endividadas e sensíveis ao custo do crédito. No Visão Macro, Gustavo Andrade analisa a diferença entre a queda dos juros nominais e reais, os efeitos sobre as expectativas de inflação e a possibilidade de o Banco Central acelerar os cortes da Selic. O comentarista também destaca que maior previsibilidade econômica, credibilidade fiscal e segurança jurídica são fundamentais para reduzir o custo de capital no Brasil.
