Vereadores de Belo Horizonte aprovaram nesta quarta-feira (30/9) pedidos de informação sobre a previsão de uma nova licitação para instalar 16 banheiros públicos autolimpantes na cidade. A Prefeitura de Belo Horizonte teria anunciado a intenção de fazer a contratação no fim de agosto.
Os requerimentos foram aprovados pela Comissão de Administração Pública e Segurança Pública da Câmara Municipal. A vereadora Trópia (Novo), autora dos pedidos, quer saber se os 16 equipamentos estão confirmados, quais locais serão contemplados e quando o edital deverá ser publicado.
A parlamentar também pediu informações sobre o valor estimado da contratação, a previsão para assinatura do contrato e o início da instalação dos banheiros. A Prefeitura terá 30 dias para responder aos questionamentos.
BH já tem sete banheiros autolimpantes
Belo Horizonte conta atualmente com sete banheiros públicos autolimpantes. Segundo informações da Prefeitura citadas no requerimento, os equipamentos já registraram mais de 1,3 milhão de utilizações desde o início da operação, em fevereiro de 2025.
A entrega do sétimo equipamento ocorreu em setembro, na Região da Pampulha. Na ocasião, segundo a Câmara, o prefeito Álvaro Damião mencionou a intenção de abrir uma nova licitação para a instalação de outros 16 banheiros.
Vereadora questiona locais de instalação
Além do cronograma, Trópia quer saber onde os novos equipamentos serão instalados e quais critérios serão utilizados para escolher os pontos.
Entre os locais sugeridos estão a pista de caminhada da Avenida Silva Lobo, a Praça da Savassi, a região hospitalar, a Praça JK, a Praça da Assembleia e trechos das avenidas José Cândido da Silveira, Vilarinho e Andradas.
Um dos requerimentos trata especificamente da pista de caminhada da Avenida dos Andradas. A vereadora pergunta se o local está previsto para receber um banheiro e se uma emenda parlamentar de sua autoria poderá financiar total ou parcialmente a instalação.
Câmara também cobra informações sobre manutenção
Os vereadores também querem dados sobre os banheiros que já estão em funcionamento. Entre os questionamentos estão os custos mensais de limpeza e manutenção, o modelo utilizado para conservar os equipamentos e os indicadores adotados pela Prefeitura para avaliar o serviço.
A Câmara também pediu informações sobre a existência de estudos técnicos, orçamento estimado, fonte dos recursos e eventual processo administrativo relacionado à nova contratação.
