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Parabéns, Paulo Leite! Um gigante que amamos muito

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Rede 98 / Divulgação

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Sinto-me um sujeito verdadeiramente afortunado. Aos 56 anos de idade, gozo de realização profissional, estabilidade financeira, plena saúde, um círculo imenso de amigos e afetos, uma família unida, enfim, todos os elementos possíveis para uma existência feliz e em paz.

Sim, momentos bem ruins existiram, e outros, infelizmente, estão por vir. É da vida. E, realmente, ninguém me disse ou prometeu que seria fácil. Mas, diante da realidade de dezenas de milhões de brasileiros e de centenas de milhões de pessoas em todo o mundo, não posso absolutamente reclamar.

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A vida tem me reservado com extrema frequência caras e gratas surpresas. No campo profissional, então, sobretudo nos últimos dois ou três anos, nem se fala. E dentre tantas coisas boas, hoje festejo mais uma: estar ao lado do meu grande amigo – e agora também colega de trabalho – Paulo Leite, um dos maiores ícones do jornalismo mineiro, justamente no dia em que completa 48 anos de profissão.

Para um empresário que, de tão apaixonado pela comunicação se tornou um “jornalista”, dividir uma bancada e um microfone do peso e da potência da 98 FM com alguém deste tamanho, é simplesmente parte da realização profissional que mencionei acima. Façam uma pesquisa e encontrem mais do que um, ou dois, se existirem, comunicadores tão gigantes em Minas Gerais.

Nesta quarta-feira, 13 de setembro, Paulo deu mais um exemplo de quem é – para mim e para sua imensa audiência. Dinossauro que sou, utilizo um rádio-relógio como despertador. O horário de praxe para aquela buzina horrível: 5:20h. Um “pico” de luz durante a madrugada fez a velharia “piscar em flash” como os semáforos da cidade e não me despertar.

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Acordei, assustado, às 6:47h. O Central 98 Primeira Edição começa às 7:00h. Envergonhado, liguei para o João Henrique do Vale, nosso companheiro, e expliquei o ocorrido. Nada de mentiras ou desculpas esfarrapadas, apenas a verdade, minha companheira indelével. O ambiente na 98 é tão espetacular que permite, dentre outras coisas, erros grosseiros como o meu. 

Pois bem. Enviaram-me um link e participei normalmente do programa, por Zoom. Mas Paulo Leite, do alto de seu quase meio século de jornalismo, não apenas me ajudou a levar o Central naturalmente como fez – com a elegância e inteligência peculiares – troça da minha situação, fazendo rir a mim e quem nos ouvia (recebi dezenas de comentários neste sentido).

Com extrema leveza este senhor-garoto, senhor-jornalista, senhor-pai, senhor-amigo, senhor-intelectual, senhor-ser humano, senhor-atleticano, senhor-colega de trabalho, senhor-cozinheiro amador, senhor-cachaceiro profissional (rs) leva a vida sorrindo, para que ela, a vida, não nos leve chorando. 

Parabéns, Paulo Leite! Ídolo de tantas gerações. Que Papai do Céu preserve e nos dê sua voz e sabedoria por mais 50 anos. Ainda que “juninho” na 98, sei que falo por todos: te amamos, amigo querido!

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