PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Como a Nasa consegue divulgar imagens da missão Artemis II? Entenda

Por

Agência Estado

Siga no

A missão marca a retomada de voos tripulados ao entorno da Lua após mais de 50 anos (NASA/Reid Wiseman)

Compartilhar matéria

Desde o início da missão Artemis II, na última quarta-feira, dia 1/4, os astronautas têm enviado vídeos e fotos para as equipes da Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço dos Estados Unidos (Nasa) na Terra. Mas como esse compartilhamento de conteúdo é possível a centenas de milhares de quilômetros?

Por mais de meio século, as missões utilizaram comunicações por radiofrequência para enviar e receber dados do espaço. No entanto, a quantidade de material coletado e transmitido aumentou ao longo dos anos, o que passou a exigir sistemas mais rápidos.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Desde 2021, a Nasa passou a testar a comunicação a laser, também conhecida como comunicação óptica, que pode ser até 100 vezes mais rápida do que a radiofrequência. Esse sistema envia e recebe informações por meio de transceptores ópticos – dispositivos que enviam e recebem dados por meio da luz -, tanto em solo quanto no espaço.

Para a Nasa, o impacto da adição da comunicação a laser nas espaçonaves é tão revolucionário quanto a troca da conexão discada de internet, que era lenta e incômoda, pela fibra ótica

As perturbações atmosféricas, como nuvens e turbulência, no entanto, representam desafios para o sistema, já que podem interromper os sinais de laser à medida que entram na atmosfera terrestre. Para tentar contornar o problema, a Nasa instalou as estações terrestres ópticas em locais remotos e de alta altitude devido às suas condições climáticas favoráveis: no Havaí, na Califórnia e no Novo México.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No caso da Artemis II, o Sistema de Comunicações Ópticas Orion Artemis II, conhecido como O2O, é quem permite o envio de vídeos e fotos em alta resolução. Ele é financiado pelo Programa de Comunicações e Navegação Espacial (SCaN) e executado pela divisão de projetos de Exploração e Comunicações Espaciais (ESC)

Além das imagens, o O2O também transmite dados científicos, procedimentos, planos de voo e comunicações entre a Orion e os centros de controle da Nasa a taxas de até 260 megabits por segundo. O teste da utilidade operacional do O2O em missões tripuladas, inclusive, é um dos objetivos da Artemis II.

Compartilhar matéria

Siga no

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de 98

Nasa planeja retorno de astronautas à Lua para o início de 2028, afirma chefe da agência

Novo modelo da Airbus bate recorde com voo direto de 24 horas e 24 minutos

Menina é resgatada de esquema de casamento forçado no aeroporto de Lisboa

Presidente da Colômbia rompe com Cuba e Nicarágua e fecha 14 embaixadas

Google leva multa de R$ 5,6 bilhões da União Europeia por descumprir lei antimonopólio

Julgamento de Nicolás Maduro nos EUA é marcado para junho de 2027

Últimas notícias

PSDB adia definição sobre Senado e governo de Minas, mas admite conversas mais avançadas com Kalil

Defesa de Flávio diz ao TSE que vídeo de Bolsonaro feito por IA segue lei eleitoral

‘Vou decidir até 5 de agosto’, diz Aécio sobre candidatura ao Senado

Uefa ameaça boicotar Copa do Mundo após plano da Fifa de vender ações de torneios

Trump prorroga por um ano emergência nacional dos EUA em relação ao Brasil

‘Temos uma conversa mais avançada com Alexandre Kalil’, diz presidente do PSDB de Minas

BH abre inscrições para curso gratuito de instalação de energia solar fotovoltaica

Yáser Asprilla é oferecido ao Cruzeiro; clube avalia possível negócio

Zé Lucas projeta título da Libertadores e Copa de 2030 em chegada ao Cruzeiro: ‘tenho esse sonho’