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Técnico do Japão vê seu time preparado para vencer Brasil na Copa: ‘Mostramos isso no amistoso’

Por

Agência Estado

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(Foto:eprodução/Federação Japonese de Futebol).

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Hajime Moriyasu tem no currículo, como técnico do Japão, a primeira vitória do país contra o Brasil. Foi em outubro de 2025: uma virada por 3 a 2, em amistoso disputado em Tóquio. Moriyasu lembrou que a seleção brasileira jogou com alguns desfalques, toda a defesa era formada por reservas, com jogadores que nem estão na Copa, mas acredita que o resultado foi um passo à frente para a confiança do futebol japonês.

“Pensando no histórico dos confrontos entre Japão e Brasil, nunca havíamos vencido. A história evoluiu, mas essa vitória do ano passado tornou a situação ainda mais desafiadora para nós nesta partida da Copa do Mundo. O Brasil está com uma equipe diferente, o que muda algumas coisas no nosso jogo”, disse Moriyasu.

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Ele afirmou respeitar o Brasil, o que é natural por enfrentar uma seleção cinco vezes campeã mundial, mas acredita que pode vencer, algo que talvez fosse impensável alguns anos atrás.

“Acreditamos que podemos vencer, mostramos isso no amistoso, mas será uma partida muito dura. Para conseguirmos esse resultado, teremos de estar totalmente concentrados”, afirmou.

Meio-campista com longa carreira pelo Sanfrecce Hiroshima, um dos principais clubes do Japão, Moriyasu, de 57 anos, citou Zico e Falcão como brasileiros que atuaram no país, foram treinadores da seleção japonesa e ajudaram no desenvolvimento do futebol japonês.

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“Nunca joguei em um time com o Zico, mas, no que diz respeito à seleção japonesa, ele tem uma importância muito grande para mim. Foi alguém que me incentivou quando me tornei treinador. Também trabalhei com o Falcão na seleção japonesa e tive a honra de conviver com ele. Ele sempre dizia que tínhamos qualidade e capacidade, mas precisávamos de mais confiança. Essas palavras marcaram muito aquele grupo”, afirmou.

“Além da força coletiva, eles nos ensinaram muito sobre qualidade individual e técnica. São ensinamentos que levo comigo até hoje”, concluiu.

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