Com cada vez mais visibilidade internamente e também no cenário nacional, as categorias de base do Atlético vêm sendo uma “luz no fim do túnel” para o clube nos últimos tempos. Nesta terça-feira (26/5), no entanto, o desfecho não foi feliz para o sub-17 do Galo, que acabou ficando com o vice-campeonato da Copa do Brasil da categoria.
A “geração 2009” reúne algumas das principais joias atleticanas, como Riquelme, Gabriel Veneno e Vinicius. Após a final, na Arena MRV, Luiz Carlos de Azevedo, gerente-geral das categorias de base do Galo, comentou sobre o processo de inserção dos jovens no elenco profissional do clube.
“Eu tenho conversas diárias com o Bracks e com o Guilherme. O Riquelme, assim como o Veneno, foi titular na Copa São Paulo com 16 anos, foi para a Seleção, onde foi protagonista, chegou ao profissional e atuou no clássico do sub-20. Naturalmente, vamos projetá-lo para o sub-20 e, nesse processo, performando e se adaptando, ele terá seu espaço no profissional. Com calma, sem queimar etapas.”
Mesmo pregando cautela, o dirigente destacou que o Atlético já utiliza mais jogadores da base do que no ano passado e que a transição dos jovens talentos para o time principal vem acontecendo, ainda que não no ritmo desejado pela torcida.
“Nós não podemos esquecer que temos Pascini, Cauã Soares e Cissé jogando. No ano passado, se fizéssemos esse mesmo recorte, não havia nenhum jogador dessa idade atuando. O único menino da base que jogava era o Rubens. Existe um processo acontecendo, talvez não tão rápido quanto todos queriam, mas muito sólido e sendo trabalhado a muitas mãos.”
