O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o Orçamento de 2026 comporta o reajuste de 15% do Bolsa Família. Segundo ele, o aumento é compatível com as regras fiscais e pode ser bancado com a organização das despesas previstas para este ano.
A declaração foi dada em entrevista ao UOL nesta sexta-feira. Durigan disse que o reajuste representa uma recomposição da inflação e foi viabilizado por remanejamentos e bloqueios no Orçamento. Para 2026, o custo adicional está estimado em R$ 5,8 bilhões. Em 2027, a despesa anual sobe para R$ 22,7 bilhões.
Despesas de 2027 podem ser revistas
Para o próximo ano, o ministro afirmou que outras despesas poderão ser revistas para acomodar o reajuste. Durigan, porém, não informou quais gastos poderiam ser reduzidos.
O benefício mínimo passa de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro, conforme o reajuste anunciado pelo governo.
*Estagiário sob supervisão do coordenador Victor Duarte
