Em um ambiente marcado pelo excesso de informações e pela facilidade de produzir textos, gráficos, imagens e argumentos com inteligência artificial, saber encontrar dados já não é suficiente para tomar boas decisões. O discernimento passa a ser necessário para avaliar quem produziu uma informação, qual é a fonte, quais interesses estão envolvidos, que evidências a sustentam e o que ainda não se sabe. Para empresas, essa capacidade ajuda a lidar com respostas conflitantes e a reconhecer que admitir “eu ainda não sei” também pode fazer parte de uma decisão bem fundamentada.
