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Consórcios de imóveis
(foto: pixabay)

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Apesar da taxa Selic ainda em 15%, o mercado imobiliário brasileiro mostra força: só no primeiro trimestre de 2025, as vendas de imóveis cresceram mais de 10%, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Esse movimento aqueceu também o setor de consórcios, que registrou alta de quase 45% nas vendas de cartas de crédito para imóveis em relação ao ano passado.

Para entender melhor essa tendência, o Start 98 News conversou com Wagner Soares, gerente de consórcios da Bancorbrás.

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Wagner aponta três fatores para esse crescimento: a alta da Selic, o crédito mais restrito nos bancos e o maior interesse dos brasileiros por educação financeira.

“Depois da pandemia, as pessoas começaram a buscar mais alternativas de compra planejada, e o consórcio passou a ser visto como uma boa opção”, diz.

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A modalidade tem atraído principalmente pessoas da classe C em diante, com destaque para faixas A e B usando o consórcio como investimento. “Temos muitos clientes entre 30 e 45 anos, tanto em busca da primeira casa quanto pensando em aumentar o patrimônio.”

A carta de crédito de imóvel é a mesma, independentemente do objetivo do cliente: moradia ou investimento. “Ele decide como vai usar na hora da contemplação. O produto é o mesmo”, explica Wagner.

Outro ponto importante é o uso do FGTS, que já movimentou mais de R$ 123 milhões nos primeiros meses do ano. “É uma vantagem para quem quer ofertar lance ou amortizar parcelas. Mesmo com o FGTS sendo disputado por outros programas, acreditamos que há espaço para todos.”

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Diferente do financiamento, o consórcio não tem juros — apenas taxa de administração.
“Como não há cobrança de juros pelo tempo, quem tem dinheiro aplicado geralmente prefere manter o consórcio ativo e não antecipar parcelas”, conta Wagner.

Wagner está otimista com o cenário: “O consórcio dobrou sua participação no PIB nos últimos 10 anos, e esperamos crescer mais de dois dígitos em 2025”.

Segundo ele, o produto pode ser usado para compra, construção ou reforma de imóveis, o que abre oportunidades principalmente na construção civil. “Com os bancos mais restritivos, empresários têm olhado para o consórcio como forma de financiar suas obras.”

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Carol Ferraris

Jornalista, pós graduada em produção de jornalismo digital pela PUC Minas. Produtora multimídia de entretenimento na Rádio 98, com passagens pelo Estado de Minas e TV Alterosa.

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