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China pede aos EUA a libertação imediata de Maduro e sua esposa

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Trump disse que os EUA vão administrar Venezuela até “transição segura”. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

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O Ministério das Relações Exteriores da China pediu neste domingo (4/12) que os Estados Unidos libertem imediatamente o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Os dois foram capturados nesse sábado (3/12) em Caracas e estão sendo mantidos sob custódia em uma prisão federal no Brooklyn, em Nova York.

Para o governo chinês, que é um dos principais parceiros políticos e econômicos da Venezuela, a ação deflagrada pelos Estados Unidos “violou claramente” o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais, além dos propósitos e princípios estabelecidos pela Carta da Organização das Nações Unidas (ONU).

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No comunicado, a China pede que os Estados Unidos garantam a segurança pessoal de Maduro e de sua esposa e cessem com a tentativa de derrubar o governo venezuelano. Além disso, afirma o governo chinês, os Estados Unidos precisam garantir que esse problema seja resolvido “por meio do diálogo e da negociação”.

Esta foi a segunda manifestação oficial da China sobre o caso. Ontem (3/12), o Ministério das Relações Exteriores da China já havia condenado o uso da força pelos Estados Unidos contra Maduro, dizendo estar “profundamente chocado” com a ação deflagrada ontem.

“A China condena veementemente o uso flagrante da força por parte dos Estados Unidos contra um país soberano e sua ação contra o presidente de outro Estado”, afirmou a chancelaria.

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Uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas deve acontecer nesta segunda-feira (5/12) para discutir a situação da Venezuela.

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