Ídolo do Atlético e do futebol brasileiro, Dadá Maravilha recebeu das mãos do presidente da Fifa, Gianni Infantino, um troféu em homenagem à conquista da Copa do Mundo de 1970, que marcou o terceiro título mundial da Seleção Brasileira. O reconhecimento foi feito durante evento realizado no último fim de semana, no Maracanã, onde o dirigente também prestou homenagens a outros campeões com a camisa da Seleção ao longo das décadas.
A cerimônia integrou o lançamento oficial da marca da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil. Belo Horizonte, representada pelo Mineirão, será uma das sedes do torneio, ao lado de Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, em um circuito que contempla oito capitais e alguns dos principais estádios do país.
Campeão brasileiro pelo Atlético em 1971, Dadá não chegou a entrar em campo na campanha do tri mundial e permaneceu no banco de reservas em todas as partidas. Ainda assim, a CBF faz questão de homenageá-lo periodicamente por sua participação naquele grupo histórico.
À época, o então técnico João Saldanha resistiu à convocação do atacante, chegando a classificá-lo como “perna de pau”, mas a insistência do presidente Emílio Garrastazu Médici, admirador do jogador, resultou na saída de Saldanha e na convocação de Dadá por Zagallo.
