O Itaú Unibanco anunciou nessa terça-feira (28/4) que o economista Diogo Guillen, ex-diretor de Política Econômica do Banco Central, será o novo economista-chefe do banco.
Ele assume o cargo a partir de 1º de julho, após cumprir o período de quarentena de seis meses exigido para ex-dirigentes da autoridade monetária.
Movimento no comando econômico
Guillen substitui Mário Mesquita, que ocupava a função desde 2016 e deixa o cargo no fim de abril. Durante a transição, Mesquita seguirá como consultor, mantendo atuação nas análises macroeconômicas do banco.
Trajetória no BC e no Itaú
O economista deixou o Banco Central em dezembro de 2025, ao fim do mandato como diretor de Política Econômica, uma das posições mais estratégicas da instituição.
Antes disso, já havia atuado no próprio Itaú, na área econômica da asset do banco, entre 2015 e 2021.
Regra de quarentena
A legislação prevê um período de seis meses de afastamento para ex-diretores do Banco Central antes de assumirem cargos no setor privado.
A medida busca evitar conflitos de interesse e uso de informações privilegiadas.
Sinal para o mercado
A chegada de Guillen reforça a estratégia do Itaú de manter nomes com forte experiência em política monetária à frente da análise econômica.
Na prática, esse tipo de movimento é acompanhado de perto por investidores, já que influencia projeções de juros, inflação e cenário macroeconômico.
Perguntas frequentes
Quem é Diogo Guillen?
Economista e ex-diretor de Política Econômica do Banco Central.
Quando ele assume no Itaú?
Em 1º de julho de 2026.
Por que há quarentena?
Para evitar conflitos de interesse após saída do setor público.
