O influenciador Lucas Veloso Borbas voltou a ser alvo de comentários nas redes sociais após assumir um novo relacionamento amoroso, menos de quatro meses depois da morte da ex-esposa, a influenciadora Isabel Veloso. A situação gerou repercussão entre seguidores, que questionaram o curto intervalo de tempo entre o luto e a nova fase da vida do viúvo.
Diante das críticas, Lucas usou os stories do Instagram na manhã desta quinta-feira (16/4) para se posicionar. Na rede social, ele publicou um longo desabafo no qual defende que o processo de luto é individual e não pode ser medido por um padrão fixo.
“Muita gente está me julgando porque se passaram três meses. Mas desde quando o amor de alguém se mede por um cronômetro? Desde quando existe um prazo universal para o luto? Há quem leve anos. Há quem precise de meses E há quem comece a viver esse luto muito antes da despedida final, como foi comigo”, começou.
Na sequência, ele destacou que enfrentou o sofrimento ainda durante o período em que a ex-companheira lutava contra a doença. “Eu vivi a dor da perda antes mesmo do último adeus. Vivi o medo, a impotência, o sofrimento, as noites sem dormir e a dor de ver quem eu amava lutar todos os dias”.
Lucas também ressaltou sua presença constante ao lado de Isabel durante o tratamento. “Eu honrei minha esposa do começo ao fim. Estive presente quando muitos não suportariam estar. Nos hospitais, nas consultas, nas crises, nas madrugadas difíceis e em cada batalha que a doença trouxe”.
O influenciador afirmou ainda que cumpriu seu papel até o fim da vida da ex-mulher e mencionou conversas pessoais que, segundo ele, não vieram a público. “Eu não abandonei quando ficou difícil. Não virei as costas. Não falhei com ela. Fui marido, companheiro, cuidador e apoio até o último instante. E só eu sei das promessas que ela me pediu para cumprir. Só eu sei das conversas que tivemos longe das câmeras. Só eu sei quantas vezes ouvi dela: ‘Seja feliz. Continue vivendo. Faça isso por você e pelo nosso filho’”.
Por fim, Lucas criticou os julgamentos baseados no tempo de luto e reforçou que seguir em frente não diminui o amor vivido. “Então ninguém tem o direito de reduzir minha história a um julgamento baseado em calendário. Seguir em frente não é traição. Não é esquecimento. Não é falta de amor. É honrar também os últimos desejos de quem partiu. Se três meses para alguns é pouco, respeito. Mas o meu tempo de luto pertence a mim, não à opinião de quem nunca viveu o que vivi”, concluiu.
