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Cruzeiro sob comando de Tite: estatísticas confirmam queda drástica de rendimento

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O empate contra o Corinthians acentuou as críticas ao treinador, que registra seu pior rendimento em 15 anos, com um time que retém a posse de bola mas falha em criar chances e defender resultados. | Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

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O empate por 1 a 1 entre Cruzeiro e Corinthians ocorreu no Mineirão nesta quarta-feira (25/2). O resultado gerou críticas severas da torcida celeste sobre o trabalho de Tite. O jogo confirmou uma queda preocupante no rendimento do time sob o comando do treinador. Apesar do discurso de equilíbrio, os dados de 2026 revelam um time que retém a posse de bola, mas não tem efetividade e sofre gols com facilidade.

Sinais de falta de ataque e queda na produção de jogadas

A estratégia de controle baseada em segurar a bola entrega resultados abaixo da média histórica do clube. O Cruzeiro mantém posse superior a 55%. No entanto, a qualidade da ocupação de espaço é ruim devido ao excesso de passes laterais. A relação entre o volume de passes e a criação de chances reais caiu 28% em comparação ao segundo semestre de 2025.

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Essa dificuldade em entrar na área adversária forçou a equipe a tentar chutes de longa distância. Com isso, a precisão no alvo caiu para 31%. Atualmente, o sistema tático exige média de 14,2 finalizações para marcar um único gol. Esse índice coloca o time entre os menos eficientes do Brasileirão. A redução na criação de grandes chances expõe um ataque com poucas ideias. O volume de jogo não representa perigo real para os goleiros rivais.

A quebra do sistema de defesa e o recuo nos resultados

A força defensiva, base dos trabalhos de Tite, não aparece na campanha atual. O técnico registra média de 1,54 ponto por jogo no Cruzeiro. O índice é bem abaixo dos números obtidos no Flamengo, com 1,94, e na Seleção Brasileira, com 2,42. O desempenho atual é de apenas 2 pontos conquistados em 12 possíveis. O time ainda não venceu clubes da Série A em 2026. Esse cenário aproxima o clube da zona de rebaixamento, frustrando a meta inicial de título.

O desgaste tático surge com força nos segundos tempos. Estatísticas mostram que mais de 80% dos gols sofridos ocorrem após o intervalo. Mapas de calor indicam um recuo excessivo da defesa a partir dos 60 minutos de partida. O clube sofreu gols em 77% dos confrontos em 2026. Este é o pior desempenho defensivo em inícios de Brasileirão desde 2003.

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Rodrigo Samuel

Graduando em Jornalismo pela UFMG. Estagiário no Grupo Bel desde setembro de 2025.

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