A Prefeitura de Belo Horizonte abriu nesta quarta-feira (9/7) as inscrições para o edital BH nas Telas 2026, iniciativa voltada ao fomento da produção audiovisual na capital. Realizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura (LMIC) e do Fundo Municipal de Cultura, o edital disponibiliza R$ 2 milhões para apoiar projetos de cinema, animação, documentários, festivais, formação profissional e desenvolvimento de games.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até as 17h do dia 10 de agosto de 2026, exclusivamente pela plataforma Mapa Cultural BH.
Quem pode participar
Podem se inscrever pessoas físicas maiores de 18 anos e pessoas jurídicas sem fins lucrativos sediadas em Belo Horizonte. Os proponentes também devem comprovar atuação na área cultural por meio da apresentação de currículo detalhado e material comprobatório.
Cada participante poderá inscrever apenas um projeto.
Quais projetos podem ser contemplados
O edital é destinado exclusivamente ao setor audiovisual e contempla seis categorias:
- Produção, incluindo documentários, filmes de ficção e animações;
- Difusão, voltada a festivais, distribuição independente e manutenção de espaços culturais;
- Desenvolvimento de projetos audiovisuais, como roteiros para longas-metragens e séries;
- Pesquisa e formação, com apoio a oficinas, seminários, congressos e estudos na área;
- Audiovisual comunitário, destinado a iniciativas de produção, difusão e formação de baixo orçamento;
- Games e jogos eletrônicos, com incentivo ao desenvolvimento de protótipos.
O valor máximo para cada projeto varia conforme a categoria e os limites estabelecidos no artigo 11 do edital.
Os critérios de seleção
Os projetos serão analisados pela Câmara de Fomento à Cultura Municipal, que levará em consideração critérios como qualidade técnica, viabilidade orçamentária, cronograma de execução, impacto cultural, acessibilidade, descentralização dos recursos e retorno social.
Também serão avaliadas ações de democratização do acesso à cultura e medidas de acessibilidade, além do protagonismo de grupos historicamente sub-representados, como mulheres, pessoas negras, indígenas, pessoas com deficiência e integrantes da comunidade LGBTQIA+.
