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BH nas Telas: prefeitura abre edital de audiovisual com R$ 2 milhões para projetos

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Ludmila Souza

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Iniciativa vai financiar projetos do setor audiovisual em BH; inscrições seguem até 10 de agosto. (Foto: Pixabay)

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A Prefeitura de Belo Horizonte abriu nesta quarta-feira (9/7) as inscrições para o edital BH nas Telas 2026, iniciativa voltada ao fomento da produção audiovisual na capital. Realizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura (LMIC) e do Fundo Municipal de Cultura, o edital disponibiliza R$ 2 milhões para apoiar projetos de cinema, animação, documentários, festivais, formação profissional e desenvolvimento de games.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até as 17h do dia 10 de agosto de 2026, exclusivamente pela plataforma Mapa Cultural BH.

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Quem pode participar

Podem se inscrever pessoas físicas maiores de 18 anos e pessoas jurídicas sem fins lucrativos sediadas em Belo Horizonte. Os proponentes também devem comprovar atuação na área cultural por meio da apresentação de currículo detalhado e material comprobatório.

Cada participante poderá inscrever apenas um projeto.

Quais projetos podem ser contemplados

O edital é destinado exclusivamente ao setor audiovisual e contempla seis categorias:

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  • Produção, incluindo documentários, filmes de ficção e animações;
  • Difusão, voltada a festivais, distribuição independente e manutenção de espaços culturais;
  • Desenvolvimento de projetos audiovisuais, como roteiros para longas-metragens e séries;
  • Pesquisa e formação, com apoio a oficinas, seminários, congressos e estudos na área;
  • Audiovisual comunitário, destinado a iniciativas de produção, difusão e formação de baixo orçamento;
  • Games e jogos eletrônicos, com incentivo ao desenvolvimento de protótipos.

O valor máximo para cada projeto varia conforme a categoria e os limites estabelecidos no artigo 11 do edital.

Os critérios de seleção

Os projetos serão analisados pela Câmara de Fomento à Cultura Municipal, que levará em consideração critérios como qualidade técnica, viabilidade orçamentária, cronograma de execução, impacto cultural, acessibilidade, descentralização dos recursos e retorno social.

Também serão avaliadas ações de democratização do acesso à cultura e medidas de acessibilidade, além do protagonismo de grupos historicamente sub-representados, como mulheres, pessoas negras, indígenas, pessoas com deficiência e integrantes da comunidade LGBTQIA+.

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Ludmila Souza

Graduada em jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e repórter da Rede 98 desde 2025. É fotógrafa e amante de narrativas visuais.

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