A Fiemg manifestou preocupação com o anúncio do fim da chamada “taxa das blusinhas”, medida que, segundo a entidade, aumenta a assimetria competitiva entre a indústria nacional e plataformas internacionais de comércio eletrônico.
A federação ressalta que a indústria brasileira já enfrenta elevados custos de produção, alta carga tributária e desafios logísticos que afetam diretamente sua competitividade. Nesse contexto, a retirada da tributação sobre produtos importados de baixo valor tende a aprofundar a concorrência desigual, especialmente para pequenas e médias empresas.
Antes da aprovação do imposto sobre importações de até US$ 50, em 2024, um estudo da FIEMG apontava que a ausência da taxa poderia resultar na perda de 1,1 milhão de empregos e na redução de R$ 99 bilhões no faturamento do setor produtivo nacional.
A entidade reforça que a busca por um ambiente de concorrência equilibrado é essencial para preservar empregos, estimular investimentos e fortalecer a indústria brasileira. A Fiemg defende medidas que promovam isonomia entre produtos nacionais e importados, contribuindo para o desenvolvimento econômico e industrial do país.
