PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Governo inicia reuniões com setores afetados pelo tarifaço dos EUA nesta terça-feira (21)

Siga no

Governo calcula que tarifaço de Donald Trump afetará 18% das exportações brasileiras e prepara ampliação do Plano Brasil Soberano. (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Compartilhar matéria

O governo federal inicia, nesta terça-feira (21/7), uma série de reuniões de emergência com representantes dos setores afetados pela tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros. O objetivo dos encontros é mapear as perdas imediatas de cada segmento da indústria e definir ações diretas de socorro financeiro.

A condução dos trabalhos ficará a cargo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, lideram as conversas para construir um plano de apoio às exportações do país.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

As autoridades calculam que a nova sobretaxa anunciada pela gestão do presidente Donald Trump atingirá 18% do total de produtos que o Brasil vende para o mercado norte-americano. A cobrança do imposto começa a vigorar nesta quarta-feira (22), após a conclusão de uma investigação comercial conduzida pelo governo dos EUA.

Ampliação do Plano Brasil Soberano

Para mitigar os danos às empresas brasileiras, a equipe econômica confirmou que vai ampliar as ferramentas de incentivo do Plano Brasil Soberano. O programa estatal foi criado no ano passado justamente para oferecer suporte financeiro e crédito acessível às indústrias atingidas por barreiras comerciais externas.

Apesar da apreensão de empresários, a Fazenda avalia que o impacto da medida não comprometerá o ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. O Executivo argumenta que o país possui mecanismos consolidados de proteção ao emprego e à capacidade produtiva das fábricas locais.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a retaliação de Washington como um “marco lastimável” na diplomacia das duas nações. A diplomacia brasileira estuda recorrer à Lei da Reciprocidade Econômica para responder ao bloqueio unilateral.

Enquanto preparam os mecanismos de defesa comercial, as lideranças industriais aguardam o resultado das primeiras rodadas de diálogo em Brasília. A prioridade do governo envolve proteger as cadeias produtivas locais e garantir a competitividade das exportações no cenário internacional.

Compartilhar matéria

Siga no

Gustavo Macedo

Jornalista graduado pela PUC Minas em atividade na Rede 98 desde 2023

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Notícias

STJ marca julgamento de ministro Marco Buzzi, acusado de importunação sexual

Governo autoriza R$ 547 milhões para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

Três em cada dez brasileiros usam cartão de crédito para pagar despesas do dia a dia, aponta Serasa

Dia do Biscoito: recheados são os mais consumidos pelos brasileiros; veja o ranking

Morre Matheus Azevedo, irmão mais novo do senador Cleitinho Azevedo

PF prevê gasto de R$ 95 milhões para proteger candidatos à Presidência

Últimas notícias

Artilharias, recordes e ‘muito orgulho’: Kaio Jorge completa 2 anos de Cruzeiro

BH abre inscrições para 2,8 mil vagas em cursos de arte gratuitos

Flávio Roscoe e a candidatura que ainda está em movimento

PL retira indígena Silvia Waiãpi da disputa à Câmara por considerar ex-deputada inelegível

Relaxante muscular por conta própria: por que esse hábito tão comum pode ser um perigo

BR-040 tem obras de manutenção até agosto e concessionária prepara duplicação em Congonhas

França bane redes sociais e celulares em escolas para menores de 15 anos a partir de setembro

TSE mantém limites de gastos de campanha de 2022 para as eleições de 2026

Atlético relaciona promessa da base para duelo contra o Bahia; saiba quem é