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Fux vota pela condenação de Mauro Cid por tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito

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Fux absolveu Cid das acusações de golpe de Estado e de dano ao patrimônio pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. (foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

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O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (10/09) pela condenação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, acusado de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Para o magistrado, Cid não se limitou ao papel de assessor do ex-presidente, já que trocou mensagens com militares sobre medidas de monitoramento do ministro Alexandre de Moraes e ainda participou de uma reunião na casa do general Braga Netto, em 2022, apontada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como ponto de repasse de recursos para financiar a trama golpista.

“Todos aqueles que queriam convencer o então presidente da República da necessidade de adotar ações concretas para abolição do Estado Democrático de Direito faziam solicitações e encaminhamentos por meio do colaborador”, disse o ministro.

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O ministro é o terceiro a votar no julgamento da ação da trama golpista para tentar reverter o resultado das eleições de 2022.

“Todos aqueles que queriam convencer o então presidente da República da necessidade de adotar ações concretas para abolição do Estado Democrático de Direito faziam solicitações e encaminhamentos por meio do colaborador”, disse o ministro.

Fux absolveu Cid das acusações de golpe de Estado e de dano ao patrimônio pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

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O tempo de pena ainda não foi anunciado e deve ser definido somente ao final da rodada de votação sobre a condenação ou absolvição dos réus. Em caso de condenação, as penas podem chegar a 30 anos de prisão em regime fechado.

O ministro Luiz Fux prossegue seu voto e analisa as condutas dos demais réus.

Quem são os réus:
Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;
Alexandre Ramagem – ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);
Almir Garnier – ex-comandante da Marinha;
Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;
Augusto Heleno – ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);
Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa;
Walter Braga Netto – ex-ministro de Bolsonaro e candidato a vice na chapa de 2022;
Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

*Com informações de Agência Brasil

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Carol Ferraris

Jornalista, pós graduada em produção de jornalismo digital pela PUC Minas. Produtora multimídia de entretenimento na Rádio 98, com passagens pelo Estado de Minas e TV Alterosa.

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