PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

“Paralisação do Comam afetaria 28 empreendimentos de BH”, afirma Procurador-Geral do município

Siga no

(Foto: Reprodução / Rede 98)

Compartilhar matéria

A suspensão do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comam), travaria o avanço de 28 empreendimentos em Belo Horizonte. A avaliação é do Procurador-Geral do município, Flávio Freire de Oliveira. Em entrevista ao Start, da 98 News, Freire explicou a derrubada da liminar que impedia o funcionamento do órgão.

Segundo Freire de Oliveira, a decisão da Prefeitura de Belo Horizonte de modificar regras de ingresso e participação no Comam — questionada por nomes como a Deputada Federal Duda Salbert (PDT), Ministério Público e sindicatos — quis evitar a criação de entidades apenas para atuar no órgão ambiental.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“No início do ano, a atual administração — o secretário João Paulo, do meio-ambiente, o prefeito Álvaro Damião — entenderam por bem reformular algumas regras do Coman. Dentre elas, a exigência que entidades da sociedade civil tivessem pelo menos três anos de existência. Porque isso é uma situação em que você veda a criação de entidades específicas para participar daquele processo eleitoral. Você precisa que a entidade seja radicada no município de Belo Horizonte. Você precisa estabelecer critérios”, explica.

Em fala aos jornalistas Guilherme Ibraim e Laura Couto, o Procurador de BH detalhou os impactos que poderiam ser sofridos com a inatividade do Conselho.

“O Coman é responsável pelo licenciamento de diversas atividades econômicas no município de Belo Horizonte. Aqui nós estamos falando não apenas de obras públicas, construção do viaduto para destravar o Anel Rodoviário. Nós estamos falando de construção de moradias populares. Nós estamos falando aqui da abertura de um posto de combustível, de um lava-jato automotivo. Inúmeras atividades necessitam de licenciamento ambiental”, explica.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O processo, ao qual a Rede 98 teve acesso, lista 28 empreendimentos impactados pela suspensão do Comam. Entre eles: obras de drenagem, habitação social, atividades industriais e empreendimentos imobiliários.

Do ponto de vista econômico, Freire de Oliveira explica que a inatividade do Comam poderia gerar “um grave risco à ordem econômica do município”.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Compartilhar matéria

Siga no

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de 98

Rodoviária de BH entra para o Circuito da Liberdade e promete cinema e teatro para passageiros

Datafolha: Moraes é ministro do STF mais conhecido e Mendonça e Cármen têm a melhor avaliação

Datafolha: 55% dos brasileiros acreditam que ministros do STF estão envolvidos no caso Master

Ladrão joga idosa no chão durante roubo na Savassi

Gavião é resgatado após ficar preso em ventilação de empresa no Barreiro, em BH

Prefeitura de BH abre inscrições para cursos gratuitos de gastronomia

Últimas notícias

Trump diz que imagem gerada por IA não o retratava como Jesus, mas sim como médico

Negociação EUA-Irã avança e mercado reage

Projeto quer revitalizar o Centro de BH

Super safra de café pode gerar excesso global

Dia Mundial do Café: conheça os benefícios para a saúde e locais para consumir em BH

Real sobe por fraqueza global, não por força interna

Decisão judicial eleva risco no mercado de energia

Silêncio gera boatos: comunicação é chave na crise

Hotelaria prevê R$ 13,6 bi e 178 novos hotéis