A greve dos professores da rede municipal de educação de Belo Horizonte entra no décimo sétimo dia nesta quarta-feira. Os educadores vão fazer uma paralisação para acompanhar uma audiência marcada para o Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais. Pontos de um possível acordo com a prefeitura e a MGS serão discutidos.
A categoria está de braços cruzados desde 23 de fevereiro. Na última segunda-feira, uma audiência de mediação foi realizada para discutir a greve. A reunião foi conduzida pelo 1º vice-presidente do TRT-MG, desembargador José Marlon de Freitas, e teve a participação de representantes do sindicato que representa a categoria, da empresa MGS e da Prefeitura de Belo Horizonte.
Durante a audiência, as partes apresentaram seus posicionamentos e discutiram uma possível solução para o impasse. A proposta discutida prevê que a MGS pague as horas paradas durante a greve de março, com compensação posterior por meio de banco de horas. Também foi sugerida a negociação com a Prefeitura de Belo Horizonte para reembolsar os descontos aplicados pelas paralisações de fevereiro.
Outro ponto é a apresentação, por parte do município, de esclarecimentos por escrito sobre a possível transferência dos trabalhadores para outras empresas.
