A astronauta Christina Koch, integrante da missão Artemis II, descreveu o eclipse observado do espaço como “a coisa mais sinistra que já amei”.
O registro foi feito durante a viagem ao redor da Lua e compartilhado nas redes sociais, com uma imagem do fenômeno visto fora da Terra.
Como é ver um eclipse no espaço
Segundo Koch, a experiência vai além do que é visto da superfície terrestre.
“Não era apenas um eclipse com o Sol escondido atrás da Lua… também podíamos ver o brilho da Terra, a luz do Sol refletida na Terra, envolvendo a Lua em um brilho suave e emprestado”, relatou.
A observação inclui um fenômeno conhecido como “luz da Terra”, quando o planeta ilumina parcialmente a Lua.
Missão entra em fase final
A missão Artemis II chegou ao oitavo dia de viagem e já iniciou os preparativos para o retorno à Terra.
A cápsula Orion deve reentrar na atmosfera nos próximos dias, em uma das etapas mais críticas da operação.
Durante o trajeto, os astronautas realizam exercícios físicos e testes com trajes especiais para adaptação à gravidade.
“Chances são altas”, diz chefe da Nasa
Em paralelo, o administrador da NASA, Jared Isaacman, afirmou que a possibilidade de existência de vida fora da Terra é significativa.
“Estamos sozinhos? Eu diria que as chances de encontrarmos algo, em algum momento, são bem altas”, disse.
Segundo ele, o tamanho do universo, com trilhões de galáxias, amplia as possibilidades de descoberta.
O que está em jogo
A missão Artemis II marca um novo capítulo da exploração espacial, com foco no retorno humano à Lua e na preparação para viagens mais longas.
Além dos avanços tecnológicos, o projeto também reforça uma das principais questões da ciência moderna: a busca por vida fora da Terra.
