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Ministro descarta metanol em exame de Hungria

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Ministro da Saúde esclarece caso Hungria: exames afastam intoxicação por metanol, e rapper recebe alta após melhora clínica. | Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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Nesta segunda-feira (6), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, concedeu entrevista ao jornal Metrópoles e esclareceu a situação clínica do rapper Hungria, de 34 anos.

Os exames não apontaram metanol nem substâncias derivadas no sangue do cantor, o que afastou a hipótese inicial de intoxicação.

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Ministério agilizou exames no SUS

Apesar de a rede privada já ter solicitado o exame, o Ministério da Saúde interviu para acelerar o processo. Assim, a pasta garantiu o acesso a um centro de referência em toxicologia do SUS.

Segundo Padilha, o centro realizou os testes rapidamente e descartou a presença tanto de metanol quanto de derivados, como o ácido fórmico. Essa substância, segundo ele, poderia causar danos graves ao sistema nervoso central.

Hungria apresentou melhora e recebeu alta

O cantor foi internado no hospital DF-Star, em Brasília, na última quinta-feira (2/10). A suspeita surgiu após a ingestão de uma bebida alcoólica.

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Porém, no domingo (5/10), ele recebeu alta após apresentar melhora significativa. O boletim médico destacou uma “excelente evolução clínica” e recomendou cuidados contínuos em casa. Além disso, Padilha afirmou que a equipe médica responsável divulgará novos detalhes sobre o estado de saúde de Hungria em breve.

Rapper agradeceu apoio nas redes sociais

Ainda no domingo, Hungria publicou uma mensagem de agradecimento no Instagram. Ele expressou gratidão a Deus e aos profissionais envolvidos em sua recuperação.

“Primeiramente, agradeço a Deus por mais uma oportunidade de celebrar a vida e este dia. Sou grato a toda a equipe do Hospital DF-Star e, em especial, ao Dr. Leonardo Machado, que cuidou da minha recuperação”.

Casos de intoxicação por metanol preocupam autoridades

Enquanto isso, o Ministério da Saúde atualizou os números relacionados a intoxicações por metanol no país. Até o momento, o Brasil registrou 225 casos suspeitos ou confirmados.

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Desse total, 16 casos já foram confirmados — sendo 14 em São Paulo e 2 no Paraná. Além disso, 209 casos ainda estão sob investigação. O país já contabiliza 15 mortes relacionadas ao possível consumo de metanol.

São Paulo confirmou duas dessas mortes. Já as outras 13 ainda passam por investigação e ocorreram nos estados de São Paulo (7), Pernambuco (3), Mato Grosso do Sul (1), Paraíba (1) e Ceará (1).

Rapper Hungria recebe alta de hospital em Brasília

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Rodrigo Samuel

Graduando em Jornalismo pela UFMG. Estagiário no Grupo Bel desde setembro de 2025.

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