O Cruzeiro fechou, pela primeira vez na era Pedro Lourenço, uma janela de transferências com saldo positivo entre contratações e vendas. O clube terminou o período com aproximadamente € 15,7 milhões (R$ 93 milhões) de superávit, considerando os valores envolvidos nas negociações. Ao todo, foram 17 saídas e sete contratações.
Entre as chegadas, o Cruzeiro investiu € 4,2 milhões (R$ 25 milhões) em Rojas, o mesmo valor em Zé Lucas, e € 10,1 milhões (R$ 60 milhões) em Gabriel Pec. João Costa chegou por € 420 mil (R$ 2,5 milhões), enquanto Matías Viña, Lucho Rodríguez e Wesley não tiveram custos de aquisição.
Do outro lado, as principais vendas foram Kaiki, por € 12 milhões (R$ 70 milhões), Kauã Prates, por € 12,6 milhões (R$ 75 milhões), e Christian, por € 9,1 milhões (R$ 54 milhões). Bruno Alves rendeu € 286 mil (R$ 1,7 milhão), enquanto Janderson e Pablo Neri deixaram o clube sem custos.
Além das negociações em definitivo, o Cruzeiro emprestou Walace, Japa, Matheus Cunha, Gui Meira, Murilo Rikhman, Ruan Índio, Chico da Costa e Pedrão. Lautaro, Ian Luccas e Vitinho, que já estavam emprestados, foram negociados em definitivo.
Saídas e contratações são questionadas por torcedores
A janela de transferências também gerou manifestações de parte da torcida do Cruzeiro. Entre os pontos levantados estão as saídas de Kaiki e Christian e a avaliação sobre as reposições feitas pelo clube, como Rojas, Wesley e João Costa.
As manifestações ocorreram após as eliminações do Cruzeiro na Libertadores, diante do Flamengo, e na Copa do Brasil, contra o Atlético. Pedro Junio, Joaquim Pinto e Bruno Spindel, integrantes da gestão do departamento de futebol, foram citados entre os alvos dos protestos.
