PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Ronaldo Fenômeno, uma nova esperança

Siga no

Ronaldo Fenômeno expressou publicamente sua vontade em assumir o comando da CBF (Foto: Fábio Figueiredo/Cruzeiro)

Compartilhar matéria

CJ, Leandro Cabido, Vinícius Grissi, Rafael Miranda e Vinícius Silveira discutiram a possibilidade de Ronaldo se tornar Presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A análise revelou um misto de esperança e ceticismo quanto à capacidade do ex-jogador de ascender ao cargo e transformar o futebol brasileiro.

Um dos pontos centrais do debate foi a dificuldade de Ronaldo em romper com o sistema político enraizado na CBF. Foi destacado que, para lançar sua candidatura, Ronaldo precisa do apoio de quatro federações e quatro clubes. “A primeira federação que abraçar publicamente o Ronaldo, é possível que ela leve outras, mas acho que ele conseguir a primeira vai ser muito difícil, porque o cara vai ter que ter coragem de ruir o sistema de certa forma”, disse Grissi.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A estrutura de poder dentro da CBF foi outro ponto de destaque. Foi mencionado que o voto das federações tem peso três, o que lhes confere um poder desproporcional em relação aos clubes. “Se todas as federações votarem no mesmo candidato, a federação está resolvida independentemente do que os clubes votarem”, explicou Grissi. Essa dinâmica dificulta a ascensão de candidatos de oposição e perpetua a influência de grupos tradicionais.

Apesar dos desafios, os comentaristas reconheceram o potencial de Ronaldo para trazer mudanças positivas para o futebol brasileiro. Sua experiência como jogador e dono de clube o confere um conhecimento único das “dores dos clubes e dos jogadores”. Além disso, sua imagem e influência poderiam ajudar a modernizar a gestão da CBF e combater os “caciques que estão há muito tempo no comando”. “Seria espetacular um cara com o tamanho do Ronaldo ser o presidente da CBF”, afirmou Cabido.

No entanto, Cabido e Grissi mostraram-se céticos quanto à possibilidade de Ronaldo vencer logo de primeira. “É difícil”, disse Cabido. A sugestão foi de que o ex-jogador poderia usar esta primeira tentativa para se firmar como uma voz de oposição dentro da CBF, preparando o terreno para futuras candidaturas. “A princípio a gente acha que é bem improvável que ele consiga vencer”, completou.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em resumo, o debate revelou que, embora a candidatura de Ronaldo à presidência da CBF seja vista com entusiasmo por muitos, sua jornada para alcançar o cargo não será fácil. A estrutura de poder da CBF e os interesses dos grupos políticos tradicionais representam obstáculos significativos que o ex-jogador terá que superar.

*Estagiário sob orientação da supervisora Jackeline Oliveira.

Compartilhar matéria

Siga no

Arthur Mota

Estudante de Jornalismo na UFMG. Com passagens pela TV Alterosa e Itatiaia. Estagiário da Rede 98 desde 2024. Apaixonado por esportes e geopolítica.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Esportes

Cabo Verde empata com a Arábia Saudita e vai ao mata-mata da Copa do Mundo

Espanha vence, elimina Uruguai e se classifica em primeiro do Grupo H da Copa do Mundo

Vôlei: Brasil é superado pela Itália, seu 2º revés na Liga das Nações

Senegal goleia Iraque e fica vivo em disputa para o mata-mata da Copa

Com hat-trick de Dembelé, França vence a Noruega e garante classificação invicta na Copa do Mundo

América acerta rescisão com Val Soares e volante deixa o clube

Últimas notícias

PF conclui que Flávio Bolsonaro cometeu calúnia contra Lula e envia caso ao STF

Lab-to-Lab Pardini leva inovação e debates sobre medicina diagnóstica ao CBAC 2026

Modelo brasileira está entre as vítimas dos terremotos na Venezuela

EUA bombardeiam Estreito de Ormuz, após Trump acusar Irã de violação de cessar-fogo

Justiça suspende processo de cassação de Lucas Ganem na Câmara de BH

Bolsonaro tem picos de pressão alta durante a semana, diz boletim médico

Demanda por energia elétrica cai quase 11% nos jogos do Brasil na Copa; queda na próxima partida pode chegar a 20%

Venezuela tem quase 1 mil mortos por causa de terremotos

Fiemg vê bandeira amarela com cautela diante de alertas sobre El Niño