O mercado de escritórios flexíveis no Brasil vive uma expansão recorde, com crescimento de 30,14% no número de espaços em apenas um ano. No entanto, para o profissional que busca produtividade, a escolha de um local vai muito além de uma mesa e uma cadeira. Segundo o Censo Coworking Woba 2025, a infraestrutura tecnológica tornou-se o “divisor de águas” para a satisfação do usuário.
O peso de uma conexão instável
Não há nada mais frustrante para quem trabalha remotamente do que uma chamada de vídeo que trava ou um arquivo que não carrega. Os dados da pesquisa são claros: 80% das insatisfações dos usuários de escritórios flexíveis estão diretamente ligadas à qualidade da internet e à ergonomia das cadeiras.
Para evitar falhas que comprometam o dia de trabalho, o relatório aponta que os melhores espaços são aqueles que investem em infraestrutura robusta, com roteadores de alta performance e links dedicados. Essa conectividade é a espinha dorsal do modelo office as a service, que enxerga o escritório não como um custo fixo, mas como um serviço estratégico e adaptável.
Fora dos coworkings, a lógica é a mesma: a qualidade da conexão define se um lugar pode ou não virar escritório. É por isso que operadoras como a Claro investem em redes de wi-fi espalhadas por toda a cidade — oferecendo aos seus clientes acesso gratuito a milhares de pontos em praças, parques, aeroportos e shoppings. Na prática, qualquer lugar bem conectado passa a ser um escritório em potencial.
Além do wi-fi: o que define o espaço ideal?
Embora a internet seja prioritária, outros elementos ditam o sucesso de um coworking. Espaços com horários estendidos — das 8h às 19h ou mais — chegam a performar 3,5 vezes melhor do que concorrentes com horário restrito. A integração tecnológica também conta: a reserva de salas via Google Calendar, por exemplo, reduz a fricção e aumenta as reservas em 25%.
Escritório em qualquer lugar
A conectividade constante está mudando a noção de onde se pode trabalhar. Um café, um shopping, um parque — qualquer ambiente bem estruturado e com boa internet pode se tornar uma estação de trabalho funcional.
O Claro Wi-Fi fora de casa é um exemplo dessa infraestrutura invisível que torna isso possível: com milhares de pontos de acesso disponíveis para clientes da operadora, o profissional remoto ganha liberdade real de escolha.
Checklist: o que mais conta na hora de escolher o espaço
- Internet de alta performance: verifique se o local possui links dedicados e suporte técnico ágil — ou se está coberto por uma rede de wi-fi confiável, como o Claro Wi-Fi.
- Ergonomia (Norma NR17): cadeiras e mesas confortáveis são vitais para o bem-estar em longas jornadas.
- Café no local: diferencial para 80% dos usuários e ponto central de convivência.
- Estacionamento: facilidade preferida por 60% das pessoas na hora de decidir onde trabalhar.
- Ambiente de networking: 78% do uso de espaços compartilhados tem cunho social; locais com áreas de convivência e eventos de happy hour têm retenção quatro vezes maior.
- Salas de reunião equipadas: espaços para 6 a 10 pessoas são os mais procurados e ideais para atividades colaborativas.
A tendência é clara: o trabalhador moderno não busca apenas um lugar para sentar, mas um hub dinâmico e conectado que potencialize seus resultados — esteja ele num coworking, num shopping ou num parque com boa cobertura de wi-fi.
