Mesmo com juros altos e crédito restrito, o mercado de tintas imobiliárias mostrou resiliência no primeiro semestre de 2025, com crescimento de 1,6% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. O desempenho foi sustentado pela construção civil e pelo hábito do brasileiro de reformar, especialmente em residências.
A projeção é de que o setor cresça pelo menos 2% em 2025, consolidando um cenário positivo no pós-pandemia. O professor de Ciências Contábeis da Estácio BH, Alisson Batista, participou do Deadline da 98 News e abordou o abordou como a concentração de empreendimentos na construção civil no Sudeste contribui para a dominância da região, que representa cerca de 40-45% do mercado nacional, além de discutir a influência dos custos de matérias-primas importadas e as movimentações corporativas no setor.
“Aqui na nossa região, a gente representa praticamente 45% do mercado de tintas nacionais, que emprega 36.000 pessoas. Estamos falando em torno de 1400 estabelecimentos que estão sempre fazendo essa roda da economia girar”, afirmou o professor Alisson.
