PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Metade dos clubes da Série A não aderiram a campanha ‘Fim do Futebol Brasileiro’ em relação ao fim das bets

Siga no

Saiba quais times da Série A aderiram contra possível restrição do Governo às casas de apostas. Dupla mineira pode ter prejuízo milhonário. | Foto: Reprodução/CBF

Compartilhar matéria

Alguns clubes do futebol brasileiro se posicionaram ontem (17/9), em suas redes sociais, contra a possível restrição das casas de apostas no Brasil, proposta pelo Governo Federal. A manifestação ocorreu após notícias de que o Governo Lula prepara uma Medida Provisória para mudar as regras do setor. No comunicado, os clubes afirmam que o eventual encerramento das casas de apostas representaria “o fim do futebol brasileiro”.

Um dos clubes que se manifestaram sobre o assunto foi o Cruzeiro, que é patrocinado pela BetNacional. A Raposa chegou a reconhecer que as bets trazem impactos sociais negativos; no entanto, explicou que os aportes do setor nas agremiações esportivas representam uma verba importante para o investimento no futebol, com as casas de apostas se tornando uma das principais fontes de recursos para as equipes.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Mas, além do Cruzeiro, diversos outros clubes das mais variadas divisões do futebol brasileiro também se manifestaram. No Brasileirão da Série A, mais metade dos times se posicionaram sobre essa possibilidade, sendo eles: Botafogo, Chapecoense, Cruzeiro, Corinthians, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Mirassol, Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo e Vasco. Em contrapartida, a outra parte, composta por Athletico-PR, Atlético, Bahia, Coritiba, Internacional, Remo e Vitória, não participaram da manifestação.

Prejuízo para os clubes

De acordo com o colunista da Rede 98, Jorge Nicola, para a dupla mineira, Atlético e Cruzeiro podem ter um prejuízo conjunto de cerca de R$ 100 milhões. O Galo, patrocinado pela H2 Bet, pode deixar de arrecadar um valor aproximado de R$ 60 milhões, o que equivale a 12,8% da arrecadação do clube alvinegro.

Já o Cruzeiro sofreria uma perda de 6,2% da sua receita, representando um montante de R$ 35 milhões. No entanto, o time que teria a maior perda nesse sentido seria o Corinthians, com uma queda de aproximadamente 17,4% do seu faturamento atual, visto que possui contrato com a Esportes da Sorte até o fim de 2029.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

*Estagiário sob supervisão do coordeandor Leandro Cabido

Compartilhar matéria

Siga no

Rodrigo Samuel

Jornalista em formação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Com experiência em redação, trabalha na Rede 98 desde setembro de 2025 e acumula passagens pelas revistas Marta e Universitária 3 (RU3), além do veículo digital Corneteiros TV.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Esportes

Focado na Copa do Brasil, Atlético deve usar reservas contra o Botafogo; veja provável escalação 

Atlético deixa titulares de fora do jogo contra o Botafogo; veja lista de relacionados

Victor Hugo tem lesão confirmada e vira desfalque no Atlético

Ruan Tressoldi se recupera de lesão e fica à disposição do Atlético na reta final da temporada

Cruzeiro x Barcelona: Fifa inicia venda de ingressos para semifinal da Copa das Campeãs

‘O drama de uma família endividada não pode ser maior que o do desemprego’, diz presidente do Fluminense

Últimas notícias

Flávio Bolsonaro vota dos EUA a favor da PEC da Segurança e contra retirada da maioridade penal

Em vitória do governo Lula, Senado aprova PEC da Segurança; texto vai à promulgação

Senado aprova PEC da Segurança Pública em primeiro turno e sem redução da maioridade penal

‘Lula é favorável à redução da maioridade penal para crimes hediondos’, diz Jaques Wagner

BH leva vacinação contra sarampo e catapora às escolas municipais após alerta

Cleitinho pode recorrer às leis delegadas em Minas

‘Por que o governo não tem coragem de dizer que é contra a redução da maioridade penal?’, questiona Rogério Marinho

Mudanças no vale-refeição e alimentação enfrentam impasse técnico, alerta Abrasel

Câmara de BH derruba veto de Álvaro Damião e obriga unidades de saúde a informar sobre entrega de bebês para adoção