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Venezuela registra terremotos de até 6,3 de magnitude

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Os tremores foram sentidos com mais força nos Estados ocidentais venezuelanos, como Zulia (Reprodução/Redes sociais)

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Pelo menos dez terremotos, dois deles chegando a magnitude de 6,2 e 6,3, abalaram grande parte da Venezuela entre a noite de quarta-feira (24/9) e o início desta quinta-feira (25/9), informaram o Serviço Geológico dos EUA e o Serviço Geológico da Colômbia.

Os tremores foram sentidos com mais força nos Estados ocidentais venezuelanos, como Zulia, onde moradores relataram ter sentido pelo menos três terremotos entre a tarde e a noite. Elas também foram sentidas nas cidades de San Cristóbal e Mérida.

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De acordo com o Serviço Geológico Colombiano, o segundo evento sísmico registrado teve magnitude 6,3 e profundidade rasa, semelhante em intensidade ao outro ocorrido à tarde. Um terremoto anterior de magnitude 6,2 deixou pequenos danos em algumas estruturas.

Os dois terremotos tiveram epicentros entre Mene Grande e Bachaquero, duas cidades produtoras de petróleo no Estado de Zulia.

Os tremores também foram sentidos em vários Estados do oeste da Venezuela e em cidades do leste da Colômbia, como Bucaramanga.

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O governador do Estado de Zulia, Luis Caldera, disse que houve danos em alguns hospitais e em uma igreja em Maracaibo, mas não houve vítimas. “Não temos vítimas ou feridos devido a esse movimento sísmico”, disse Caldera.

O primeiro terremoto registrado durante a tarde foi o mais forte sentido na Venezuela desde 2018, quando um tremor de magnitude 7,3 sacudiu várias cidades.

De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, o epicentro estava localizado a 7,8 quilômetros de profundidade com uma magnitude de 6,2.

O ministro do Interior, Diosdado Cabello, disse anteriormente que nenhum dano grave foi relatado até o momento.

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Os últimos terremotos que causaram mortes na Venezuela ocorreram na cidade de Cariaco, no Estado oriental de Sucre, em 9 de julho de 1997, com 73 mortes; e em Caracas, em 29 de julho de 1967, com 283 mortes e 2 mil feridos. Aproximadamente 80% da população da Venezuela vive em zonas de alto risco sísmico.

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