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EUA anunciam plano de transição em três fases para a Venezuela

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Nicolás Maduro foi capturado após ataque dos EUA na Venezuela. (Foto: Divulgação/Trump/Truth)

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O secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse nesta quarta-feira (7/1) que a Casa Branca terá um plano de transição em três fases para a Venezuela. A estratégia americana, segundo o diplomata, consiste primeiro na estabilização do país, seguida da recuperação da economia e uma transição para a democracia.

Rubio detalhou o plano à imprensa americana após uma reunião com senadores de ambos os partidos no Capitólio, em Washington, da qual também participou o secretário de Defesa, Pete Hegseth. A reunião serviu para prestar contas ao Congresso sobre a operação que levou à prisão do ditador Nicolás Maduro.

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Segundo ele, a aquisição e venda de até 50 milhões de barris de petróleo que eram alvo de sanções, anunciada na terça-feira, 6, pelo presidente Donald Trump, faz parte desse plano inicial de estabilização.

Influência sobre Delcy

Rubio disse que a Casa Branca tem uma “tremenda influência” sobre a liderança interina da Venezuela, com habilidade para controlar o que eles fazem ou são capazes de fazer.

Ainda de acordo com Rubio, isso é possível graças não só à prisão de Maduro e à ameaça sobre outras lideranças chavistas como também ao bloqueio parcial das exportações de petróleo venezuelano.

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Questionado sobre a duração do envolvimento americano, Rubio disse que haviam se passado apenas quatro dias desde a prisão de Maduro e acrescentou que a transformação a longo prazo do país dependeria, em última instância, do povo venezuelano.

Detalhes do plano

A renda obtida com a venda do petróleo confiscado pelos EUA, ainda de acordo com o secretário de Estado, será usada de uma maneira que beneficie o povo venezuelano.

“Já estamos vendo progresso com este novo acordo que foi anunciado, e outros acordos virão”, disse ele, sem fornecer detalhes sobre os acordos adicionais.

A fase de recuperação, disse Rubio, visa garantir que empresas americanas, ocidentais e de outros países tenham acesso ao mercado venezuelano.

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“Ao mesmo tempo, queremos iniciar o processo de reconciliação nacional na Venezuela, para que as forças de oposição possam ser anistiadas e libertadas das prisões ou trazidas de volta ao país, e começar a reconstruir a sociedade civil”, disse ele.

“Essas fases podem acontecer ao mesmo tempo, em algum momento. Teremos mais detalhes nos próximos dias, mas sentimos que estamos avançando de uma forma muito positiva”, disse ele.

Em uma outra coletiva na Casa Branca, a porta-voz de Trump, Karoline Leavitt disse que o governo americano está em contato com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez e todas as decisões delas estão sendo ditadas por Washington.

“Obviamente, neste momento temos influência máxima sobre as autoridades interinas da Venezuela”, declarou ela.

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“Portanto, continuamos mantendo estreita coordenação com as autoridades interinas, e suas decisões continuarão sendo ditadas pelos Estados Unidos da América”, acrescentou.

Apreensão de petroleiros

Mais cedo, As Forças Armadas dos Estados Unidos interceptaram dois navios petroleiros ligados à Venezuela. Uma das embarcações, no Atlântico, vinha sendo perseguida pelos americanos durante semanas. O outro barco foi interceptado no Mar do Caribe.

A interceptação foi confirmada por agências internacionais. A rede estatal russa RT veiculou um vídeo que mostra um helicóptero americano circulando a embarcação em águas internacionais. (Com agências internacionais).

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