O goleiro Fábio, do Fluminense, ficou mais uma vez fora de uma convocação de Copa do Mundo, desta vez para o Mundial de 2026, mesmo vivendo grande fase no clube carioca. Diante da ausência, o experiente arqueiro quebrou o silêncio e fez um desabafo sobre a falta de oportunidades na Seleção Brasileira e os critérios utilizados ao longo da carreira.
“Eu não faço o meu melhor pela CBF, não. Faço o meu melhor para Deus, para o Fluminense e para os outros clubes que eu joguei, que foi o Cruzeiro. Eu faço sempre o melhor para eles e principalmente para Deus, que me concede saúde. A minha história fala por si e Deus me justifica”, disse o goleiro, após vitória sobre o Bolívar, nesta terça-feira (19/5).
Fábio também questionou os critérios adotados nas convocações. “Há uns 10 ou 12 anos falam que não podem me levar porque queriam levar jogadores mais novos. A análise lá é pela história que os atletas construíram, né? Então, são critérios bem diferentes. Às vezes não é quem está no melhor momento…”, afirmou.
Idade barrou Fábio mais uma vez
A Seleção Brasileira definiu Weverton como terceiro goleiro na convocação para a Copa do Mundo, ao lado de Alisson e Ederson. Antes da escolha final, nomes como Bento, Hugo Souza e John chegaram a ser especulados, mas não foram selecionados. Fábio, apesar da boa fase no Fluminense, não chegou a integrar a pré-lista enviada à FIFA.
Após o anúncio, o preparador de goleiros da Seleção, Cláudio Taffarel, explicou a ausência do veterano e destacou seu desempenho recente. “O Fábio não porque está em outro nível de idade, mas não de qualidade. Vem jogando muito bem”, afirmou, em entrevista ao repórter Samuel Resende, do portal No Ataque.
