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Bar do Orlando celebra 106 anos de história no coração do Santa Tereza

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Primeiro boteco de que se tem notícia na capital mineira, o Bar do Orlando é sinônimo de boa prosa, petiscos saborosos e cerveja gelada (Marcus Vinicius/PBH)

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Há exatos 106 anos, a esquina das ruas Alvinópolis e Conselheiro Rocha, no bairro Santa Tereza, passou a abrigar um dos símbolos mais queridos de Belo Horizonte. Primeiro boteco de que se tem notícia na capital mineira, o Bar do Orlando é sinônimo de boa prosa, petiscos saborosos e cerveja sempre gelada.

Para celebrar mais de um século de história, o bar prepara uma comemoração especial, com muita música e gratidão aos fregueses que ajudaram a construir essa trajetória marcada por tradição e amizade.

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“Sem a ajuda dos clientes, amigos e de todos que já passaram por aqui, o bar não seria o que é hoje”, conta Orlando Júnior, representante do bar e integrante da família fundadora.

A história remonta a 1919, quando o espaço foi inaugurado por Zé Inácio como uma casa de pesca, o famoso Clube dos Pescadores. À época, o ponto era muito movimentado por quem pescava no Rio Arrudas, próximo a uma ponte que ligava a região.

Bar do Orlando no início de sua fundação (Arquivo pessoal)

Com o passar dos anos, o imóvel foi passando de geração em geração. Depois de Zé Inácio, o negócio ficou sob os cuidados do filho, e posteriormente do tio-avô de Orlando Júnior, Pedro Boaventura Siqueira. Em 1980, Orlando Siqueira, pai do atual gestor, assumiu o espaço e ganhou o nome pelo qual é conhecido até hoje: Bar do Orlando.

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“Como todo bom mineiro, o bar da esquina virou ponto de encontro. E, mesmo com o nome novo, nunca deixamos de lado a tradição dos pescadores, que fazem parte da nossa origem e da nossa identidade”, afirma.

Para celebrar a data, o bar preparou uma programação especial durante todo o mês, com apresentações de chorinho, samba de raiz, MPB e Clube da Esquina, de quinta a domingo.

“Será um prazer receber todo mundo novamente, celebrar juntos e relembrar tantas histórias”, convida Orlando Júnior.

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Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

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