PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Anvisa proíbe óleo de avestruz, suplemento com aloe vera e recolhe vinagre e picolé com creatina

Siga no

A partir da determinação, os produtos ficam proibidos de serem comercializados, distribuídos, fabricados, consumidos e divulgados (Rafa Neddermeyer/AgÊncia Brasil)

Compartilhar matéria

A Anvisa proibiu nesta quarta-feira (27/11) a venda e o consumo de quatro produtos alimentícios e de saúde que apresentaram irregularidades graves. As medidas atingem itens muito comercializados no país e incluem falsificação, uso de ingredientes não permitidos e falhas de rotulagem. As ações valem em todo o Brasil e também afetam consumidores de Minas Gerais.

Óleo de Avestruz Gold Green é considerado falsificado

O óleo de avestruz da marca Gold Green, da empresa Nutri Gyn Produtos Naturais, teve fabricação, venda, distribuição e divulgação proibidas. O rótulo cita a fabricante Alemed Nutracêutica, mas a própria empresa informou à Anvisa que nunca produziu o item e denunciou o caso como falsificação. Todo o estoque deve ser apreendido.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Suplemento com aloe vera também é barrado

O suplemento de Vitaminas C e E com Extrato Natural de Aloe Vera, da NS Produtos Naturais, também foi proibido. O motivo é duplo: aloe vera não é permitida em suplementos alimentares e o rótulo não informa a origem do produto. A Anvisa determinou a apreensão imediata.

Vinagre de maçã Castelo apresenta substância não declarada

O vinagre de maçã da marca Castelo, produzido pela Castelo Alimentos, será recolhido após reprovação em laudo do Lacen do Distrito Federal. O teste detectou dióxido de enxofre em quantidade não informada no rótulo. A substância pode desencadear reações alérgicas em pessoas sensíveis. A comercialização e o consumo foram suspensos.

Pó para bebida vegetal contém ingrediente sem avaliação de segurança

O pó para preparo de bebida vegetal da marca Livestrong Essential Nutrition, fabricado pela INP Indústria de Alimentos, também foi suspenso. O produto contém proteína de fava hidrolisada, ingrediente que ainda não passou por avaliação de segurança para uso em alimentos no Brasil.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Picolé com creatina é retirado do mercado

O picolé Naturalle Ice, de açaí, guaraná e canela, fabricado pela J M J Re Torres Indústria de Alimentos, está proibido. O motivo é a presença de creatina, substância liberada somente em suplementos para adultos, sem autorização para uso em alimentos convencionais. Toda a cadeia de venda e produção foi suspensa.

Compartilhar matéria

Siga no

Roberth R Costa

Atuo há quase 13 anos com jornalismo digital. Coordenador Multimídia. Rede 98 | 98 News

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Brasil

Relator define ‘desvios éticos’ de juízes e CNJ começa a julgar fim da ‘aposentadoria-prêmio’

Governo lança nova fase do Programa Nacional Celular Seguro; entenda

Dia de São João: quem foi o santo e onde 24 de junho é feriado

Operação mira esquema de descontos irregulares em benefícios de aposentados do DF

Receita libera consulta ao 2º lote de restituição do Imposto de Renda 2026 nesta terça

Ex-advogada de Bolsonaro vai se casar com Thiago Brennand, condenado por estupro

Últimas notícias

Croácia vence por 1 a 0 e elimina o Panamá da Copa do Mundo

Erika Hilton acusa direção do PSOL de quebrar acordos na divisão de verbas eleitorais

Popularidade de Donald Trump cai para 34% e atinge o menor patamar do segundo mandato

Onde assistir Brasil x Escócia, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo

Oposição aciona TCU e TSE contra publicidade do governo Lula sobre escala 6×1

Livro ‘Direito de Barragens’ debate avanços na segurança de barragens após tragédias em Mariana e Brumadinho

Dólar sobe a R$ 5,1874 com aversão ao risco e juros nos EUA no radar

Gana faz jogo duro e segura empate contra a Inglaterra na Copa do Mundo

Otávio, do Cruzeiro, entra na mira de clube da Inglaterra