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MG apreende 182 mil litros de bebidas irregulares; ‘mineiros podem se sentir seguros’

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Saiba como está o cenário de bebidas adulteradas em MG após operação do governo (Foto: Seapa/Diego Vargas)

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O Governo de Minas apreendeu mais de 182 mil litros de bebidas irregulares durante a Operação Baco, que durou 40 dias e teve a participação das forças policiais e de órgãos fiscalizadores estaduais e federais. Os números da ação foram apresentados nessa quarta–feira (19/11), durante coletiva de imprensa em Belo Horizonte.

A operação tinha como objetivo fiscalizar e combater o contrabando, a falsificação e a adulteração de bebidas alcoólicas no estado. A ação iniciou no dia 9 de outubro e possibilitou a apreensão de 1.204 recipientes de bebidas e a inutilização de 3.958. Em ambas as situações, estavam garrafas, barris e galões.

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Segundo o superintentende de Integração e Planejamento Operacional da Sejusp MG, Bernardo Naves, “os mineiros podem se sentir mais seguros, no que tange ao controle deste produtos”. A Operação Baco fiscalizou 522 estabelecimentos, abordou 447 pessoas, prendeu 18 adultos, apreendeu um adolescente, instaurou 17 inquéritos e realizou 9 flagrantes.

1.204 recipientes apreendidos

Participaram, de maneira integrada, 12 instituições policiais e órgãos fiscalizadores estaduais e federais, além de secretarias de estado, em um total de 793 servidores e a utilização de 315 viaturas. Um trabalho de Inteligência realizado previamente possibilitou a retirada do mercado de bebidas sem procedência e com indícios de adulteração. Ao todo, os 1.204 recipientes apreendidos correspondem a 182.847,72 litros.

Além disso, foram feitas sete ações educativas para ajudar os consumidores a evitarem a compra de bebidas com indícios de irregularidades, integradas à divulgação de casos suspeitos de uso de produtos ilegais na composição e produção de bebidas alcoólicas. Aproximadamente 1,2 mil pessoas participaram dessas ações.

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“Houve trocas de informações e conhecimento, não foi apenas uma operação de combate ostensivo. Cada instituição tem uma forma de atuar, com foco nas notas fiscais, nas características dos produtos, na aplicação de multas ou investigando”, explicou o superintendente de Integração e Planejamento Operacional da Sejusp MG, Bernardo Naves.

Com Agência Minas

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Andreza Miranda

Graduada em Jornalismo pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e produtora multimídia da Rede 98 desde 2024. Foi repórter no Portal BHAZ de 2020 a 2024. Participou de três reportagens premiadas pela CDL/BH (2021, 2022 e 2024); de reportagem do projeto MonitorA, vencedor do Prêmio Cláudio Weber Abramo (2021); e de duas reportagens premiadas pelo Sebrae Minas (2021 e 2023).

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