O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou nesta segunda-feira (1°/6) que mantém sua pré-candidatura e que seguirá no cenário eleitoral até o fim da disputa. Em coletiva, ele também comentou articulações políticas para 2026 e possíveis alianças com outras lideranças da direita.
Questionado sobre especulações envolvendo recuos ou composição de chapa, Zema foi direto ao afirmar que sua candidatura está mantida.
“Eu tenho reforçado, repetido que eu serei pré-candidato como estou sendo e candidato até o final”, disse.
O presidenciável citou diálogo com Ronaldo Caiado, ex-governador de Góias, mas falou ser cedo para definir composições. “Essa conversa é muito prematura. Eu sempre me dei muito bem com o governador Caiado”.
Cenário eleitoral em Minas Gerais
Zema também comentou a construção de alianças entre o Partido Novo e o PSD em Minas Gerais. Segundo ele, há um entendimento em torno da candidatura à reeleição do vice-governador Mateus Simões, com definição do nome para vice na chapa majoritária pelo Novo.
“Essa costura já está sacramentada e é o que vai prevalecer”, afirmou o ex-governador.
A articulação, segundo Romeu, faz parte do desenho político do grupo para fortalecer a base no estado e manter coesão entre as legendas.
Cenário nacional
Zema também reforçou que vê a direita com múltiplos nomes na disputa presidencial e que eventuais decisões devem ser tomadas apenas no segundo turno. Ele afirmou que, nesse cenário, a tendência seria de unidade contra o PT.
Segundo o pré-candidato, o campo político ainda está em reorganização e o movimento eleitoral dependerá do desenrolar da campanha.
Zema também comentou sua presença em pesquisas eleitorais e atribuiu o crescimento a viagens pelo país e exposição nacional.
“Tenho andado todo o Brasil. Provavelmente sou o candidato que mais tem percorrido o país”, disse.
Durante a coletiva, Zema ainda fez críticas ao governo federal, ao Supremo Tribunal Federal e à gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sem apresentar novos dados ou propostas específicas.
