Receita Federal libera a partir das 9h desta terça-feira (23/06) a consulta ao 2º lote de restituição do Imposto de Renda 2026. O pagamento será depositado em 30 de junho e somará R$ 16 bilhões para 9,58 milhões de contribuintes — o maior lote em número de beneficiados da história do IR. A consulta pode ser feita pelo site da Receita Federal, no menu “Meu Imposto de Renda” > “Consultar a Restituição”, ou pelo aplicativo oficial para celular e tablet.
O 2º lote é o segundo dos quatro pagamentos previstos para este ano. Somado ao 1º lote, pago em 29 de maio, deve concentrar cerca de 80% de todas as restituições de 2026. O calendário segue com o 3º lote em 31 de julho e o 4º em 28 de agosto.
Quem recebe com prioridade no 2º lote?
Têm preferência os contribuintes com prioridade legal: idosos acima de 60 anos, pessoas com deficiência ou doenças graves e profissionais cuja principal fonte de renda é o magistério. Esses grupos somam cerca de R$ 4,49 bilhões do total do lote. Também entram com prioridade quem usou a declaração pré-preenchida e/ou optou por receber o valor via Pix — mais de 7,7 milhões de pessoas. Contribuintes que não se enquadram em nenhum desses critérios não recebem neste lote e devem aguardar as próximas rodadas de pagamento.
Como consultar a restituição do Imposto de Renda 2026?
A consulta é feita no site da Receita Federal, no menu “Meu Imposto de Renda”, clicando em “Consultar a Restituição”. O serviço também está disponível no aplicativo oficial da Receita para celulares e tablets. Pela mesma consulta, o contribuinte verifica se a declaração foi processada, se entrou na fila de pagamento ou se há pendências a corrigir.
O que fazer em caso de erro bancário ou malha fina?
Se houver problema nos dados bancários informados, o crédito pode ser reagendado pelo Portal BB ou pelos telefones 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800-729-0001 (demais localidades). Caso a consulta aponte irregularidade na declaração — a chamada malha fina —, o contribuinte deve acessar o e-CAC com a conta gov.br nível prata ou ouro para identificar a divergência. A correção é feita pelo envio de uma declaração retificadora.
