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Everson evita comparações com Victor no Atlético: ‘estou construindo minha história’

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Goleiro foi decisivo na classificação desta quarta-feira (6/8), contra o Flamengo (Foto: Reprodução)

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Campeão, ídolo, decisivo. São adjetivos que podem ser atribuídos tanto a Everson quanto a Victor, goleiros que marcaram a história do Atlético. Mais uma vez decisivo para uma classificação do Galo, Everson evitou ser comparado ao ex-goleiro alvinegro — e agora diretor de futebol — Victor, mesmo que ambos tenham sido cruciais para as conquistas do clube.

“O Victor tem essa história. É o maior goleiro da história do clube. Ele tem a história dele, e o Everson está construindo a sua ainda. Com muita humildade, muito trabalho, muita dedicação, podendo ajudar a equipe em momentos importantes. Estou muito feliz com a minha história; espero continuar escrevendo”, afirmou.

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Clique aqui e assista o vídeo na íntegra.

Everson, porém, ainda tem alguns anos pela frente com a camisa do Atlético. Com contrato até o fim de 2027, o goleiro projetou novas conquistas com a camisa do Galo e a expectativa de mais momentos decisivos com o manto alvinegro.

“Espero poder continuar escrevendo uma linda história no clube. Ajudar os companheiros, ajudar a torcida, deixá-la alegre em jogos como este. E conquistar títulos, que é o mais importante. O mais importante para marcar a história de um clube é sempre conquistar títulos.”

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Mais uma vez, Everson

Everson foi novamente decisivo para o Atlético nesta temporada. Em um momento de desvantagem na disputa de pênaltis, o goleiro defendeu a cobrança de Samuel Lino e recolocou o Galo na disputa. Além disso, foi o responsável pela última cobrança do Atlético, que confirmou a classificação para as quartas de final.

E não foi a primeira vez que o camisa 22 realizou esse feito em 2025. Pelos playoffs da Sul-Americana, contra o Bucaramanga, no dia 24/7, também na Arena MRV, Everson defendeu duas cobranças na disputa por pênaltis, converteu o pênalti decisivo e colocou o Galo nas oitavas de final da competição.

O histórico de “milagres” com os pés e as mãos em disputas por pênaltis começou em 2021, contra o Boca Juniors, pelas oitavas de final da Copa Libertadores. Na ocasião, Everson defendeu duas cobranças e converteu o pênalti que sacramentou a classificação atleticana.

Em 2022, o goleiro foi novamente crucial. Em uma disputa de pênaltis alucinante, com 24 cobranças, Everson defendeu três e converteu uma, na final da Supercopa do Brasil contra o Flamengo, garantindo o título da competição.

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Ao todo, são 17 cobranças defendidas pelo Atlético em quase cinco anos de clube. O atual goleiro do Galo está próximo de alcançar a marca de Victor, que defendeu 20 penalidades com a camisa alvinegra.

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