Resumo
Minas Gerais registrou rendimento médio recorde de R$ 3.448 no primeiro trimestre de 2026;
A taxa de desemprego no estado ficou em 5%, abaixo da média nacional de 6,1%;
Os dados são da Pnad Contínua, divulgada pelo IBGE;
Minas Gerais alcançou rendimento médio mensal recorde dos trabalhadores no primeiro trimestre de 2026. Segundo dados da Pnad Contínua, divulgados pelo IBGE, a renda média no estado chegou a R$ 3.448.
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O valor coloca Minas entre as 16 unidades da federação que registraram o maior rendimento da série histórica iniciada em 2012.
O que o dado mostra sobre Minas?
O resultado indica avanço da renda do trabalho no estado, acompanhando o movimento nacional. No Brasil, o rendimento médio também bateu recorde e chegou a R$ 3.722 no primeiro trimestre.
Minas ficou abaixo da média nacional, mas acima de estados como Amapá, Sergipe, Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí, Ceará, Bahia e Maranhão.
Na comparação entre as unidades que bateram recorde, o maior rendimento foi registrado no Distrito Federal, com R$ 6.720. Já o menor valor entre os recordistas foi o do Maranhão, com R$ 2.240.
Desemprego em Minas fica abaixo da média nacional
Além do recorde de rendimento, Minas Gerais registrou taxa de desocupação de 5% no primeiro trimestre.
O índice ficou abaixo da média nacional, que foi de 6,1%, o menor percentual para o período em toda a série histórica.
Pelo critério do IBGE, é considerada desocupada a pessoa que procurou trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa e não encontrou vaga.
Sudeste tem renda alta, mas sem recorde regional
A Região Sudeste registrou rendimento médio de R$ 4.125 no primeiro trimestre. O valor é superior ao de Minas, mas a região como um todo não aparece entre as que bateram recorde no período.
As regiões que alcançaram rendimento médio recorde foram Centro-Oeste, Sul e Nordeste.
O que isso significa na prática?
O dado mostra uma combinação positiva para o mercado de trabalho mineiro: renda em patamar recorde e desemprego abaixo da média brasileira.
Ainda assim, o rendimento médio do trabalhador em Minas segue menor que o registrado em estados do Sul e no Distrito Federal, o que indica diferença regional importante na renda do trabalho.
