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Descartado para o STF, Pacheco cogita deixar a vida pública

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Senador se reuniu com Lula, que descartou indicação ao STF (Divulgação/Agência Senado)

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O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) confirmou, nesta terça-feira (18/11), que está fora dos planos do presidente Lula para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF). A cadeira está aberta desde a aposentadoria do ministro, em outubro.

Pacheco afirmou que teve, nessa segunda (17/11), uma conversa “franca e amistosa” com Lula, que já escolheu “outro nome” para o Supremo. Segundo ele, também há a possibilidade de encerramento da vida pública ao fim do mandato como senador, afirmando que essa é uma escolha planejada “há algum tempo”.

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Apesar disso, o senador ressaltou que só tomará uma decisão definitiva junto aos “companheiros políticos, do Senado e de Minas Gerais”.

Na declaração, o mineiro disse se sentir honrado por ter sido lembrado por colegas do Congresso, por ministros do STF e pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União). A posição reforça que a eventual nomeação de Pacheco para o Judiciário está descartada.

Com o senador fora do páreo, o governo deve avançar na indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, que desponta como favorito para a vaga de Barroso. Messias tem apoio interno no governo e boa interlocução com ministros do Supremo. Após a oficialização do nome, caberá ao Senado realizar a sabatina e votar a indicação.

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Nota de Rodrigo Pacheco na íntegra

Foi uma conversa franca e amistosa, entre pessoas civilizadas e que se respeitam. O Presidente Lula tem outro nome escolhido para a vaga do STF, e eu respeito a sua decisão, assim como fico honrado de ter sido lembrado por tantas pessoas, inclusive pelo Presidente Davi Alcolumbre, colegas parlamentares e até mesmo Ministros do STF. Ele também respeitou a minha intenção de encerrar a vida pública ao final do meu mandato de senador, como já há algum tempo eu havia me programado. Essa decisão definitiva eu só posso tomar junto aos meus companheiros políticos, do Senado e de Minas Gerais.

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